sexta-feira, 10 de julho de 2009

foto: artur gomes

cana brava & outros baratos afins

não acredito em fadas
mas minto creio em fodas
na pele do teu cabaço
mamãe não gosta de lendas
mitos, - histórias da carochinha
conversas PRa boi dormir
sabe desde muito cedo que
usina
mói a cana
o caldo
e o bagaço
que álcool não é perfume
cachaça não é remédio
quem conhece a cor
da porta do meu prédio
re/leu o encravo e a rosa
sabe da mordida da maçã
na podridão da campos luz
conhece os fundos da emut
e muito mais da fundecam

Artur Gomes
Blogueirodesocupado
http://associaodosblogueirosdesocupados.blogspot.com/

Que pena que o pau que bate no Tio Sam não bate nos Sarneys da vida!

Dinheiro gasto em funeral de Michael Jackson gera críticas


O talento deixou o palco e as lágrimas secaram, mas a discórdia sobre o custo do funeral de Michael Jackson, que ocorreu no centro de Los Angeles terça-feira, parece estar aumentando.
Na terça-feira (7), o procurador da cidade, Carmen Trutanich, tomou uma medida extremamente incomum ao aparecer durante a sessão de comentários públicos de uma audiência do Conselho Municipal para anunciar que seu escritório estava investigando como os contribuintes de Los Angeles acabaram bancando algumas despesas de proteção policial e outros serviços municipais no funeral, em um momento no qual a cidade e o Estado estão sem dinheiro.
Lanchinho caroNa quarta-feira (8), a inspetora da cidade, Wendy Greuel, enviou uma carta severa ao departamento de gestão de emergências de Los Angeles, exigindo saber por que o mesmo havia gastado US$ 48.826 em sanduíches de um restaurante a 128 km de Los Angeles para alimentar os policiais (sanduíches do Subway teriam custado US$17.491,25, segundo ela).
"Tenham certeza de que nosso escritório está investigando como todo esse fenômeno ocorreu desde o começo", Trutanich disse ao falar ao conselho.

Dois membros do Conselho Municipal também contestaram os gastos e, na quarta-feira, rádios, blogs e mensagens de Twitter estavam cheios de críticas.
"Admito que chorei com Mariah, Queen e Paris", disse Jody Greenblatt, executiva farmacêutica que vive em Los Angeles. "Mas choro mais ao pensar nas demissões de professores, nas licenças forçadas, no índice de desemprego nas alturas e num Estado falido." Sarah Hamilton, porta-voz da cidade, disse que o custo final do funeral no Staples Center para a cidade foi de US$ 1,4 milhão.

O incomum protesto público na politicamente atomizada Los Angeles ressalta tanto os terríveis problemas financeiros da cidade - com um rombo de US$ 320 milhões e um índice de desemprego de 11,4% -, quanto sua dificuldade para arrecadar dinheiro dos líderes abastados do setor do entretenimento.

Passando o chapéuO subproduto do funeral também poderá acabar sendo um constrangimento para o prefeito Antonio R. Villaraigosa, que não estava nos EUA durante o evento e cujos esforços para evitar gastos e críticas resultaram em um pedido de arrecadação de fundos no website da cidade. Hamilton disse que US$ 17 mil em doações vieram por meio do website, mas o mesmo saiu do ar por problemas no servidor.

No mês passado, o prefeito teve dificuldade para arrecadar doações privadas com o intuito de custear o desfile de vitória do Los Angeles Lakers após um oficial do sindicato dos policiais ter criticado os planos da cidade de dividir o custo de US$ 2 milhões do desfile entre o time e os contribuintes. Entre os que colaboraram para o evento estavam os generosos doadores tradicionais das festas de Los Angeles, como Eli Broad, Casey Wasserman e Jerry Perenchio.
Quem vai pagar a conta?"Existe uma boa e forte cultura de filantropia em L.A.", disse Rich Caruso, empreiteiro de Los Angeles que é anfitrião de vários eventos públicos todos os anos. "Mas é apenas um punhado de pessoas e geralmente são sempre as mesmas pessoas." Ele acrescentou: "Acho um absurdo que os contribuintes tenham pago pelo funeral. A família Jackson deveria pagar por ele".

Dois membros do conselho também sugeriram que a família Jackson ajudasse a cobrir os custos. Jesse Derris, porta-voz dos Jackson, disse que a família não estava disponível para comentários.
O Grupo Anschutz Entertainment, dono do Staples Center e promotor da série de apresentações de Michael Jackson planejada para acontecer em Londres, doou o centro para o evento, mas também tem recebido pedidos de ajuda para pagar pelos custos relacionados ao funeral (os ingressos para a cerimônia foram gratuitos e distribuídos por sorteio.) Telefonemas à empresa não foram retornados.

fonte: Cristina Lima - por e-mail -para o blog





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