quarta-feira, 29 de julho de 2009

nas entranhas

com sua língua/pata me alcança em cheio cavala a triturar meus cios macunaína ainda no útero ardia de febre e delirava querendo explodir de luz e gozo não via a hora de descer por entre as pernas da selva e desbravar a mata virgem dos cabelos mestiços de roraima a dentro é que o salto na outra margem do rio terceira vez que li garcia lorca ainda não morava aqui e saramago não sabia nada ainda do evangelho que haveria de escrever assim mesmo quando makondo deu a a luz erÊndira vomitava de prazer e susto mesmo não sendo sádica era prosa e verso cheirnado o mar de mariscos que em seu corpo ruminavam gozos algas a mais de uma véspera desejadas puta que o pariu na santa casa de misericórida de campos não mais dos goytacazes desde o século dezesseis quando asseclas e pentelhos por lá já foram devorados antes mesmo de martim afonso de souza decretar capitanias e outras sacanagens do império traz os montes a sífilis gonorréia e outros cabruncos de doenças que geraram aids e agora gripes que nem oswaldo cruz pudesse imaginar um dia

http://mamabrega.blgospot.com/

como naquela questão da semiótica do método orgânico grâmico de não compor nesta pluma vara pássaro que me arara ave que me declara máscara in/verso cerâmica profunda caça traça neste plenus caso de amor o que de sangue expsto tem em veia corre deposto em mar e mangue exposto onde tudo rasa sem expressão do que fica matas que nos cortaram foice espingarda e medo a sol do céu incomum meu boi de olhos tão tristes meu boi de carnes tão rastas meu boi de patas tão gastas o ciúme é uma espinha na garganta mar em chamas terremoto que desconhece outros estados mais fáceis de compreender que não se deve ser tomado de um desejo lícito como um processo mental organizado este prumo vara que me besta besta este prumo que me vara in/verso que me réstia máscara não delírio de canção passageira Drummond imerso em pedra cal e cuspe itas ocas Cabral em pleno vôo sem risco morte vida Severino sem nos ocultar ossário do seu rito o vento em silêncio gargalha numa fonte sobrepasso no éter da memória evidente que tudo não foi dito grita no banquete a fala que não soube engolir silêncios e vomita monologas análogas ausências do mais perfeito que pretérito assassinato às portas das humanas não futuras radiografias de nossas vidas cidadãos sensatos assassinos vadios cúmplices do desterro comendo no teu corpo tua alma como forma de jejum na penitência da natureza inter/semiótica não por simples atração do exotismo no limiar mais radical da invenção entre o carnal e não matéria ou como facas em fogo nas vestes que correm por teu corpo acima que o mantêm estreitamente ligado no
centro da cena onde nenhuma militância a ele se compara estados de ficção ou de distúrbios começamos a compreender o interG no direito dos instintos ou estados de espelhos nos códigos dos fenômenos simbolistas onde o boi signo da morte auto se condena ao exílio sem soletrar ruídos e decifrar o homem posto sem alarde naquela questão semiótica do método grâmico de não compor

http://braziliricas.blgospot.com/



Manifesto Galego

A nossa língua na Galiza está a passar por sérias dificuldades, já nem sabemos se vamos poder resistir os embates dos etnocidas centralistas espanhois... Mas sempre devemos tentar, né? Quem sabe um dia a verdade vence...Venho pedir que se podes assines o nosso manifesto, pode colocar lá o seu e-mail, http://www.peticao.com.pt/hegemonia-social-do-galego fica guardado e só vemos os que gerimos a página...
Joga no google: 'hegemonia galego' e podes assinar... Eternamente agradecida :) eu e a GalizaBeijos, saúde e língua !!

Concha Rousia

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CAMPOS DOS GOYTACAZES

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meu coração marçal tupã sangra tupi e rock and roll meu sangue tupiniquim em corpo tupinambá samba jongo maculelê maracatu boi bumbá a veia de curumim é coca cola e guaraná