fulinaíma

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Cena do filme "Lebanon", dirigido por Samuel Maoz




Escrituras Editora e Livraria Martins Fontes
convidam para o lançamento do livro
Pastores de Virgílio
A literatura na voz de seus poetas e escritores
de
Álvaro Alves de Faria
Quinta-feira, 10 de setembro de 2009
das 18h30 às 21h30
Livraria Martins Fontes
Av. Paulista, 509 - Cerqueira César - São Paulo/SPTel.: (11) 2167-9900(Em frente à estação Brigadeiro do metrô. Convênio com estacionamento - Rua Manoel da Nóbrega, 88 e 95 - primeira hora gratuita)
Este Pastores de Virgílio representa um documento importante porque quem fala sobre ficção e poesia são os próprios escritores e poetas, discorrendo sobre seu universo literário e a arte de sua criação. Em suma: o autor faz seu próprio retrato em que revela, também, o ser humano diante de um mundo conturbado e de um país que nem sempre prima pelos melhores caminhos, muito pelo contrário. Um livro de indignações diante das inversões de valores em um meio que quase nada tem de glamour, como é de se pensar.
O novo livro de Álvaro Alves de Faria é composto de resenhas e entrevistas com Affonso Romano de Sant’Anna, Alberto Beuttenmüller, Alexei Bueno, Antonio Carlos Secchin, Astrid Cabral, Carlos Felipe Moisés, Carlos Herculano Lopes, Carlos Nejar, Carpinejar, Celso de Alencar, Cyro de Mattos, Dalila Teles Veras, Deonísio da Silva, Edla van Steen, Ferreira Gullar, Flora Figueiredo, Glauco Matoso, Helena Armond, João de Jesus Paes Loureiro, José Nêumanne, José Paulo Paes, Lília A. Pereira da Silva, Luiz Roberto Guedes, Marco Lucchesi, Mariana Ianelli, Marina Colasanti, Miguel Jorge, Miguel Sanches Neto, Moacir Amâncio, Neide Archanjo, Péricles Prade, Raimundo Gadelha, Raquel Naveira, Roberto Piva, Ronaldo Cagiano, Roniwalter Jatobá, Soares Feitosa, Ulisses Tavares, e os poetas portugueses Vasco Graça Moura e Ana Marques Gastão
Carmen Barreto
Comunicação e Imprensa imprensa@escrituras.com.br
Escrituras EditoraRua Maestro Callia, 123 - Vila Mariana04012-100 - São Paulo-SP
Novos telefones: (11) 5904-4499 (Pabx)/5904-4492 (direto)Site: http://www.escrituras.com.br/
No Youtube: www.youtube.com/user/EscriturasEditora Blog: http://escrituraseditora.blogspot.com/

Caros Amigos,
convidamos para o primeiro ensaio aberto do novo musical que estamos preparando :
BRASILEIRO, PROFISSÃO ESPERANÇA,
na próxima quarta-feira, dia 09/09, às 20 h, no Teatro da Cidade.
Entrada Franca.
Aguardamos vocês,
Abraços
Pedro Paulo Cava
Elenco: Rose Brant e Mário César Camargo
Músicos: Marcelo Drummond (piano e cordas) e Yuri Hunas (percussão)
Direção Musical - Fernando Muzzi
Cenário e Figurinos - Décio Noviello
Preparação Corporal - Dulce Beltrão
Produção Executiva - Ana Gusmão
Programação Visual - Gustavo Lima
Texto Original - Paulo Pontes
Trilha, atualização, textos adicionais, direção geral - Pedro Paulo Cava
Apoios: Fórmula Academia, Ingleza, Mate-Couro, Unimed-BH, Usiminas e V&M Brasil
Este texto, originalmente escrito nos anos 60, teve como ponto alto a montagem encabeçada por Paulo Gracindo e Clara Nunes nos anos 70.
Naquela montagem o texto já havia sido modificado pelo próprio autor em função da rápida mudança de década e enfoque político-social da época.
Hoje, trinta e tantos anos depois, ele continua fiel à sua origem, que é retratar um momento da música popular brasileira e os costumes das décadas de 50, 60 e 70.
Por toda esta distância no tempo, resolvi usar recursos didáticos como as projeções durante o espetáculo, fazer uma visita histórica àquela época nas páginas do programa e na divulgação e me apossar da vida e obra de Dolores Duran e Antonio Maria, como ponto de partida para explicar as transformações pelas quais passamos, até chegar aqui hoje, no terceiro milênio. Acrescentei também músicas de vários autores da MPB que vieram após Dolores e Maria.
O Brasil e o mundo mudaram muito nesse período, mas um texto que fala do amor, da paixão e de política será sempre atual.
Às vezes triste, às vezes tragicômico, Brasileiro, Profissão Esperança ainda retrata a alma latina deste nosso povo tão espoliado e que consegue cantar e, cantando, vai levando a vida da forma que pode já que as mudanças nas estruturas parecem coisa inatingível depois de mais de 150 anos de cristalização e domínio do que existe de pior nas elites brasileiras: o seu desprezo pelo povo e seu profundo descaso pela nossa memória e pelas nossas raízes culturais.
Por isso algumas dessas modificações que faço no espetáculo são no sentido de mostrar que a música e o teatro ainda conseguem se indignar diante do mundo que os cerca e que, independente da época em que foram feitas, são eternas as canções que estão no inconsciente coletivo do brasileiro.
No momento em que toda a dramaturgia contemporânea brasileira está voltada para o próprio umbigo e atrela seu conteúdo às questões existenciais de seus autores e atores, distanciando-se da realidade brasileira, penso que seja uma boa hora para devolver ao teatro, diante de tanta falta de vergonha entranhada na nossa vida pública, uma de suas funções essenciais:
o debate político.
E nossa profissão continua sendo mesmo a esperança.
Pedro Paulo Cava / 2009.
MultiArte Teatro do Absurdo


MultiArte Boi Pintadinho


Concorrente ao Leão de Ouro, "Lebanon" revê guerra no Líbano em 1982
NEUSA BARBOSA Especial para o UOL, de Veneza, Itália*
A primeira Guerra do Líbano, de junho de 1982, que foi tema da animação "Valsa com Bashir" (2008), de Ari Folman, voltou a ser abordada em outro filme israelense, "Lebanon". Dirigida por Samuel Maoz, a produção compete ao Leão de Ouro no Festival de Veneza.

DESTAQUES DO FESTIVAL DE VENEZA

Como acontecia no filme de Folman, o roteiro de "Lebanon" revisita as memórias pessoais do diretor, que atuou como soldado naquela guerra, em que Israel invadiu o Líbano.Num clima claustrofóbico, o filme se passa o tempo todo dentro de um tanque. Nele, ficam três soldados, que recebem sucessivas visitas de um major. Os três soldados jamais saem dali. Só o armeiro vê alguma coisa do lado de fora pela pequena escotilha que lhe serve para mirar. Na coletiva de imprensa, nesta tarde de terça (8), o diretor contou que o roteiro, também de sua autoria, surgiu de uma recordação pessoal de seu primeiro dia na guerra, na qual lutou quando tinha 20 anos. Os atores ficaram trancados num local pequeno, barulhento e quente, como o ambiente do tanque, para absorver a sensação real da situação vivida por Maoz.O diretor e roteirista explicou o caráter de "Lebanon": "O filme não é pessoal num sentido documental. Alguns dos fatos ali não aconteceram realmente assim. Queria usar a memória subjetiva. Não quero que o público só entenda o que aconteceu e sim que sinta. É preciso sentir-se dentro do tanque para entender o que passaram os personagens, ver o que eles veem". *

Neusa Barbosa escreve para o site Cineweb

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