fulinaíma

sexta-feira, 2 de outubro de 2009



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ACORDA BRASIL !
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O Conversa Afiada recebeu uma colaboração de um leitor. O texto abaixo faz uma comparação entre o trabalho e a presença das Ongs estrangeiras na Amazônia e no Nordeste:
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Você consegue entender isso?.

Vítimas da seca
Quantos? 10 milhões
Sujeitos à fome? Sim
Passam sede? Sim
Subnutrição? Sim
ONGs estrangeiras ajudando: Nenhuma.

Índios da Amazônia
Quantos? 230 mil
Sujeitos à fome? Não
Passam sede? Não
Subnutrição? Não
ONGs estrangeiras ajudando: 350
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Provável explicação: A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.
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O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os famintos.
.Tente entender: Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres. Agora, uma pergunta: Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito? É uma reflexão interessante.

Nação Goytacá - Nossos Passos

Meu caros, nesta última quarta-feira estivemos reunidos com a Daniela Passos, presidente da ONG CPC Centro de Preservação do Centro, que foi contemplada com um Edital da Caixa Cultura, para realizar em Campos em abril de 2010, a I Mostra Aberta de Teatro Experimental, em espaços não convencionais.
O motivo de estar presente a esta reunião, deveu-se a um convite para uma parceria com a Nação Goytacá, nesta empreitada e em outras posteriores.

Ontem estivemos, Eu, Wellington Cordeiro e Joca Muylaert, em reunião com o Professor Silvério, Pró-Reitor de Extensão da UENF, para formalizarmos uma parceria em torno da Casa de Cultura Villa Maria. Depois e uma breve explanação do professor Silvério, sobre a atual situação do prédio da Vila, lhe passamos o Estatuto da nossa ONG, o projeto TransformAção Comunitária, que tem como objetivo, implantar Oficinas de Teatro, Poesia, Cine Vídeo, Dança e Música, utilizando as técnicas do Teatro do Oprimido, além de um Dossiê, das realizações na Casa, durante os 4 anos em que Joça, os eu diretor.
Nosso passo agora, é enviarmos ao Professor Silvério, uma minuta com a nossa proposta para a parceria, para ele levar ao Reitor, e daí aos conselhos dos Centros Acadêmicos.

Ontem também, mais uma vez, estivemos reunidos com Helô Landim, presidente da ONG PróBeach, que é responsável pela gestão do Ponto de Cultura, na comunidade da Barrinha, em São Francisco do Itabapoana.
A PróBeach já é nossa parceria na campanha Loucos somos Nós, além de estarmos discutindo uma parceria para a implantação das Oficinas que será realizadas naquela comunidade.

Ainda ontem, Eu e Kapi, estivemos uma longa reunião com o Ator Bruno Peixoto, integrante do Grupo Bicho de Porco. Atualmente ele está em cartaz no Teatro Municipal de Cabo Frio, com o espetáculo Jornada Shakespeare, e a nossa intenção é trazer a Campos o espetáculo, dentro da proposta de ações de cultura e arte que desenvolveremos através da campanha Loucos Somos Nós.
Datas e locais já estão definidos: de 7 a 9 de novembro no Auditório do Liceu de Humanidades de Campos. Nosso passo agora é levarmos a proposta a Direção da Liga Espírita de Campos.

Outro passo em direção a campanha Loucos Somos Nós, que aos poucos será transformado em projeto é a montagem do texto de Nicolai Gogol, que eu e Kapi resolvemos encarar, para ser encenado no próprio Hospital João Vianna. Com relação a campanha ela já está sendo concretiza, agora mesmo acabo de receber telefone do nosso Diretor de Esportes, Water Klein, nos passando a informação da doação feita pela banda Eixo Nacional.

Nestes próximos dias estarei no Rio Grande do Sul, na cidade de Bento Gonçalves, participando do XVII Congresso Brasileiro de Poesia, retorno a cidade no dia 12, quando marcaremos uma reunião da Dirtoria para discutirmos todas estas ações.

Um grande abraço
Artur Gomes
Nação Goytacá – presidente
http://multiartecultura.blogspot.com/
(22)9840-4362

O quê são as empresas?

Será que as paredes, os móveis, os computadores, a papelada, enfim... tudo o que constrói e compõe o cenário dos escritórios, das firmas, das empresas não é totalmente 'ocupado', 'encenado' por pessoas?Será que sem as pessoas, ali, trabalhando todos os dias, as empresas alcancariam suas metas? Cumpririam seus objetivos? O lucro estaria garantido?E os chefes? Seriam 'chefes' sem chefiados? As equipes existiriam sem pessoas? Os projetos seriam gerenciados?Claro que não!São as pessoas que fazem tudo acontecer.Porém, também sabemos que o relacionamento humano, desde Adão e Eva, é uma questão delicada. Afinal, cada um de nós tem uma cabeça, traz uma cultura, acredita em valores distintos. E, todos esses universos juntos em um mesmo espaço, fatalmente, leva a conflitos. Isso é natural. Todavia, os conflitos advindos dessa constatação não podem e não devem persistir. Eles devem ser debelados tão logo identificados, porque isso pode colocar as metas da empresa em risco. Existem ferramentas utilizadas pelos profissionais da área de Recursos Humanos para esse fim: debelar conflitos.Nós, encontramos na linguagem do teatro uma importante e eficaz maneira de estar 'dramatizando' as questões, trazendo-as à reflexão. E, aí, encontrando, juntos as soluções.Esse método de interagir sem agredir, sem invadir, já demonstrou ser muito producente.Então, se você que leu esse texto e refletiu sobre o tema, entre em contato e nos convide para uma demonstração.
(21) 30425236/97453938 consultance@consultance.com.br http://consultance.blogspot.com/2009/10/teatro-na-empresa.html


Do Blog de Fábio Siqueira

Bagunça e desrespeito
Eu, como usuário de ônibus tenho, lamentavelmente, observado nos ultimos dias que a desorganização no Programa "Campos Cidadão" não se restringe as imensas filas que vocês já devem ter notado em diversos pontos da cidade.O fluxo de passageiros aumentou visivelmente desde a implantação da "passagem a R$ 1,00", mas as empresas, que há cinco meses recebem expressivos repasses da Prefeitura - projeções apontam que algumas delas já receberam alguns milhões de reais - e que há dias já cobram R$ 1,60 dos usuários que ainda não conseguiram retirar seu "cartão cidadão" ou não se dignaram a passar pela exposição às enormes filas, mantêm em várias linhas bastante utilizdas, mesmo em horários de rush, ridículos e minúsculos microônibus, cuja utilização deveria se restringir a linhas de pouco fluxo de passageiros ou a horários de menor circulação destes. A EMUT não controla a frota destas empresas, o estado de conservação dos coletivos e a adequação de cada carro à linha na qual circula.Há ainda grande confusão no que se refere ao direito à gratuidade dos idosos com mais de 60 anos - garantido por Lei proposta pelo recém-falecido Vereador Renato Barbosa. Os malditos microônibus inclusive são usados como forma de burlar o direito dos idosos à gratuidade. Hoje mesmo vi um senhor - que identifiquei como alguém ligado a um membro do primeiro escalão do governo municipal - descer de um ônibus da Viação Siqueira por não concordar com a exigência do motorista de que ele pagasse R$ 1,00 para seguir viagem. Na compreensão dele, seu "cartão cidadão" deveria lhe garantir a gratuidade. É bom pedir a seu companheiro para avisar aos fiscais da EMUT!Soube de outro caso onde o motorista da Viação Cordeiro impediu uma senhora de Dores de Macabu de usufruir da gratuidade por não ser portadora do "cartão-cidadão". Sem o documento do cadastro oficial da Prefeitura, a senhora não pode nem mesmo pagar a "tarifa social" de R$ 1,00. Precisou pagar R$ 5,80 para chegar ao centro da cidade.Enfim, após cinco meses de implantação, a passagem a R$ 1,00, carro-chefe do marketing eleitoral de Rosinha, não conseguiu ainda se organizar de forma a atender satisfatoriamente os usuários do transporte coletivo. Pelo jeito, satisfeitos com o programa só mesmo os empresários do setor.

http://fabiosiqueira.blogspot.com/


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CAMPOS DOS GOYTACAZES

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