quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O Teatro E A Cultura

Antonin Artaud

Jamais, quando é a própria vida que nos foge, se falou tanto em civilização e em cultura. Há um estranho paralelismo entre essa destruição generalizada da vida, que encontra-se na base da desmoralização atual, e a preocupação com uma cultura que jamais coincidiu com a vida, e que é feita para governar sobre a vida.
Antes de retornar à cultura, observo que o mundo tem fome, e que ele não se preocupa com a cultura; e que é apenas de maneira artificial que se quer dirigir para a cultura pensamentos que estão voltados unicamente para a fome.
O mais urgente não me parece tanto defender uma cultura cuja existência jamais salvou um homem de ter fome e da preocupação de viver melhor, e sim extrair disso que se chama de cultura idéias cuja força viva seja idêntica à da fome.
Nós temos necessidade sobretudo de viver e de acreditar naquilo que nos faz viver e que alguma coisa nos faz viver ¤ e aquilo que sai do misterioso interior de nós mesmos não deve retornar perpetuamente sobre nós mesmos, em uma preocupação grosseiramente digestiva.
Quero dizer que se para todos nós é importante comer, e já, nos é ainda mais importante não desperdiçar nesta única preocupação imediata de comer nossa simples força de ter fome.
Se o signo da época é a confusão, vejo na base dessa confusão uma ruptura entre as coisas e as palavras, as idéias, os signos que são a representação dessas coisas.
Certamente não são sistemas de pensamento que nos faltam; o seu número e as suas contradições caracterizam nossa velha cultura européia e francesa: mas quando é que a vida, a nossa vida, foi afetada por esses sistemas?
Não diria que os sistemas filosóficos são algo que se possa aplicar direta e imediatamente; mas das duas, uma:
Ou esses sistemas estão em nós e somos impregnados por eles a ponto de viver deles, e neste caso o que importam os livros? ou nós não somos impregnados por eles, e neste caso eles não merecem nos fazer viver; e de qualquer forma, que importa seu desaparecimento?
É necessário insistir sobre esta idéia da cultura em ação e que se torna em nós como um novo órgão, uma espécie de segunda respiração: e a civilização é a cultura que se impõe e que rege até mesmo nossas ações mais sutis, é o espírito que se encontra nas coisas; e é de maneira artificial que se separa a civilização da cultura, e que há duas palavras para significar uma única e idêntica ação.
Julgamos um civilizado pelo modo como ele se comporta, e ele pensa da maneira como se comporta; mas já sobre a palavra civilizado existe uma confusão; para todo o mundo, um civilizado culto é um homem esclarecido quanto aos sistemas, e que pensa através de sistemas, de formas, de signos, de representações.
É um monstro em quem se desenvolveu até o absurdo essa faculdade que temos de extrair pensamentos de nossos atos, em vez de identificar nossos atos com nossos pensamentos.
Se falta amplitude à nossa vida, ou seja, se lhe falta uma constante magia, é porque gostamos de observar nossos atos e de perder-nos em considerações sobre as formas sonhadas de nossos atos, em vez de sermos impelidos por eles.
E essa faculdade é exclusivamente humana. Diria mesmo que é essa infecção do humano que nos estraga certas idéias que deveriam permanecer divinas; pois, longe de acreditar no sobrenatural e no divino inventados pelo homem, creio que foi a intervenção milenar do homem que acabou por nos corromper o divino.
Todas as nossas idéias sobre a vida devem ser modificadas, numa época em que nada mais adere à vida. E essa penosa cisão é motivo para que as coisas se vinguem, e a poesia que não está mais em nós e que não conseguimos mais encontrar nas coisas ressurge de repente pelo lado mau das coisas; e jamais se viu tantos crimes, cuja gratuita estranheza só pode ser explicada por nossa impotência em possuir a vida.
Se o teatro existe para permitir que nossos recalques tomem vida, uma espécie de atroz poesia se exprime através de atos bizarros, onde as alterações do fato de viver demonstram que a intensidade da vida permanece intacta, e que bastaria melhor dirigi-la.
Porém, por mais que queiramos a magia, no fundo temos medo de uma vida que se desenvolvesse toda sob o signo da verdadeira magia.
E é assim que nossa ausência enraizada de cultura espanta-se com certas grandiosas anomalias e que, por exemplo, em uma ilha sem nenhum contato com a civilização atual, a simples passagem de um navio, somente com pessoas sadias, pode provocar o aparecimento de doenças desconhecidas nessa ilha, e que são uma especialidade de nossos países: zona, influenza, gripe, reumatismos, sinusite, polinevrite, etc., etc.
Do mesmo modo, se achamos que os negros cheiram mal, ignoramos que para tudo aquilo que não é Europa somos nós, os brancos, que cheiramos mal. E eu diria mesmo que exalamos um odor branco, branco assim como se pode falar de um "mal branco".
Como o ferro aquecido ao branco, pode-se dizer que tudo o que é excessivo é branco; e para um asiático a cor branca tornou-se a insígnia da mais extrema decomposição.
Dito isto, podemos começar a traçar uma idéia da cultura, uma idéia que é antes de tudo um protesto.
Protesto contra o estreitamento insensato que é imposto à idéia de cultura ao se reduzi-la a uma espécie de inconcebível Panteão; o que resulta em uma idolatria da cultura, da mesma maneira que as religiões idólatras colocam deuses em seu Panteão.
Protesto contra a idéia separada que se faz da cultura, como se existisse, de um lado, a cultura, e de outro a vida; e como se a verdadeira cultura não fosse um meio requintado de compreender e de exercer a vida.
Pode-se queimar a biblioteca de Alexandria. Acima e além dos papiros, existem forças: podem nos roubar durante algum tempo a faculdade de reencontrar essas forças, mas não podem suprimir a sua energia. E é bom que muitas das grandes facilidades desapareçam e que certas formas caiam no esquecimento; assim a cultura sem espaço nem tempo contida em nossa capacidade nervosa ressurgirá com uma energia amplificada. E é justo que de tempos em tempos se produzam cataclismas que nos incitem a retornar à natureza, ou seja, a reencontrar a vida. O velho totemismo dos animais, das pedras, dos objetos utilizados para aterrorizar, das vestimentas bestialmente impregnadas, em uma palavra tudo o que serve para captar, dirigir e desviar as forças, é para nós uma coisa morta, da qual sabemos apenas tirar um proveito artístico e estático, um proveito de fruidor e não um proveito de ator.
Ora, o totemismo é ator porque se move, e é feito para atores; e toda verdadeira cultura apoia-se sobre os meios bárbaros e primitivos do totemismo, cuja vida selvagem, ou seja, inteiramente espontânea, quero adorar.
O que nos fez perder a cultura foi nossa idéia ocidental da arte e o proveito que dela tiramos. Arte e cultura não podem andar juntas, contrariamente ao uso que universalmente se tem feito delas!
A verdadeira cultura age por sua exaltação e por sua força, e o ideal europeu da arte visa lançar o espírito em uma atitude separada da força e que assiste à sua exaltação. É uma idéia preguiçosa, inútil, e que engendra, a curto prazo, a morte. Se as múltiplas voltas da Serpente Quetzalcoatl são harmoniosas, é porque elas exprimem o equilíbrio e as curvas de uma força adormecida; e a intensidade das formas está lá unicamente para seduzir e captar a mesma força que, em música, é despertada por um dilacerante teclado.
Os deuses que dormem nos Museus: o deus do Fogo, com seu incensório que recorda o tripé da Inquisição; Tlaloc, um dos múltiplos deuses das águas, com sua muralha de granito verde; a Deusa Mãe das águas, a Deusa Mãe das Flores; a expressão imutável e que soa, debaixo de várias camadas de água, da Deusa com o vestido de jade verde; a expressão arrebatada e bem-aventurada, o rosto crepitando de aromas, onde os átomos de sol dançam em círculos, da Deusa Mãe das Flores; essa espécie de servidão necessária de um mundo onde a pedra se anima porque foi golpeada da maneira correta, o mundo dos civilizados orgânicos, aqueles cujos órgãos vitais também saem de seu repouso, esse mundo humano penetra em nós, participa da dança dos deuses, sem retornar nem olhar para trás, sob pena de se tornar, como nós mesmos, pulverizadas estátuas de sal.
No México, uma vez que se trata do México, não existe arte e as coisas servem. E o mundo está em perpétua exaltação.
À nossa idéia inerte e desinteressada da arte uma cultura autêntica opõe uma idéia mágica e violentamente egoísta, ou seja, interessada. Pois os mexicanos captam o Manas, as forças que dormem em todas as formas, e que não podem surgir de uma contemplação das formas em si mesmas, mas somente de uma identificação mágica com essas formas. E os velhos Tótens estão lá para acelerar a comunicação.
Quando tudo nos leva a dormir, olhando com olhos fixos e conscientes, é duro despertar e olhar as coisas como em um sonho, com olhos que não sabem mais para que servem, e cujo olhar está voltado para dentro.
É assim que nasce a estranha idéia de uma ação desinteressada, mas que é ação de qualquer maneira, e mais violenta por aproximar-se da tentação de repouso.
Toda verdadeira efígie tem sua sombra que a duplica; e a arte surge a partir do momento em que o escultor que modela crê liberar uma espécie de sombra cuja existência atormentará seu repouso.
Como toda cultura mágica que os hieróglifos apropriados estabelecem, o verdadeiro teatro também tem suas sombras; e, de todas as linguagens e de todas as artes, ele é o único que ainda possui sombras que romperam com suas limitações. E podemos dizer que, desde a sua origem, elas não suportaram limitações.
Nossa idéia petrificada do teatro junta-se à nossa idéia petrificada de uma cultura sem sombras, onde, para qualquer lado que se volte nosso espírito, não encontramos senão o vazio, quando de fato o espaço está pleno.
Mas o verdadeiro teatro, porque se move e porque se serve de instrumentos vivos, continua a agitar as sombras onde a vida jamais deixou de existir. O ator que não repete o mesmo gesto duas vezes, mas que faz gestos, se move, e certamente brutaliza as formas, mas por trás dessas formas, e através da sua destruição, encontra aquilo que sobrevive às formas e produz a sua continuação.
O teatro que não está em nada mas que se serve de todas as linguagens: gestos, sons, palavras, fogo, gritos, encontra-se exatamente no ponto em que o espírito tem necessidade de uma linguagem para produzir suas manifestações.
E a fixação do teatro em uma linguagem: palavras escritas, música, luzes, ruídos, indica sua perdição a curto prazo, sendo que a escolha de uma linguagem demonstra o gosto que se tem pelas facilidades dessa linguagem; e o ressecamento da linguagem acompanha a sua limitação.
Para o teatro, como para a cultura, a questão continua sendo nomear e dirigir as sombras: e o teatro, que não se fixa na linguagem nem nas formas, destrói assim as falsas sombras, e ao mesmo tempo prepara o caminho para um outro nascimento de sombras, em volta das quais se incorpora o verdadeiro espetáculo da vida.
Quebrar a linguagem para tocar a vida é fazer ou refazer o teatro; e o importante é não achar que esse ato deve permanecer sagrado, ou seja, reservado. O importante é acreditar que todos podem fazê-lo, e que para tanto é necessária uma preparação.
Isso leva a rejeitar as limitações habituais do homem e os poderes do homem, e a tornar infinitas as fronteiras daquilo que denomina-se a realidade.
É necessário acreditar em um sentido da vida renovado pelo teatro, onde o homem impavidamente torna-se mestre daquilo que ainda não existe, e o faz nascer. E tudo aquilo que não nasceu ainda pode nascer, desde que não nos contentemos em continuar sendo simples órgãos registradores.
Da mesma maneira, quando pronunciamos a palavra vida, é preciso entender que não se trata da vida reconhecida a partir do exterior dos fatos, mas dessa espécie de frágil e fugidio centro em que as formas não tocam. E se ainda existe algo de infernal e de verdadeiramente maldito nestes tempos, é esse demorar-se artisticamente sobre as formas, em vez de ser como os supliciados que são incendiados e fazem sinais de dentro das suas fogueiras.

In Antonin Artaud, Le théâtre et son double, Paris, éditions Gallimard, 1964, págs. 9-18. Tradução de Roberto Mallet.



O teatro dá ternura aos homens
Louis Jouvet

Dentre todas as artes, o teatro ocupa um lugar insigne e meritório. Esse lugar deve-se à importância de uma comunidade, de uma comunhão da qual ele vive, que ele sustenta e propaga. Entre as atividades humanas, o teatro é uma das primeiras, uma das mais persistentes e talvez a mais soberana. É através dele que se exerce com mais verdade e eficácia o poder criador dos homens.
O teatro não é somente a expressão de um povo, de uma nação mas a afirmação mais verdadeira e mais viva de uma civilização. é no universo a única troca livre, a dos sentimentos, das idéias. Por sua virtude, por sua excelência, o teatro revela-se e afirma-se como um vínculo espiritual incomparável. A vida e a arte do teatro utilizam e criam reações de sensibilidade, relações de afeto e de amizade: todos eles atos essenciais. Transmitidos de uma época para outra, transferidos de uma região ou de uma nação para outra, esses atos criam à sua volta uma comunidade, uma identidade espirituais.
Não é esse o ponto de vista que ordinariamente propõe a crítica dramática. Essa arte para ela não chega tão longe, mas é preciso dizer e repetir que o teatro não é apenas um meio de escutar ou de passar o tempo, é uma ocasião que se busca para preparar e viver sua vida com plenitude.
O teatro não é apenas indústria ou gesticulação, é imaginação, libertação e amor.
Na época enganosa em que vivemos, os mais puros testemunhos de sua realidade nos foram dados pelos prisioneiros dos campos de concentração. Em meio a uma multidão imensa e desnudada, em meio a homens desesperados e desamparados, no seio de sua solidão, de seu sofrimento, o teatro manifestou-se como nas primeiras épocas em que os homens, perdidos, errantes, desolados, incertos, inventaram a representação dramática.
Nos campos de concentração, o teatro nasceu; ele nasceu das mesmas necessidades, das mesmas misérias, das mesmas boas vontades.
Ele restituiu os homens a si mesmos. Libertou, fez reviver neles tudo aquilo que sua nova condição havia destruído ou amortecido; afirmou-lhes a permanência da vida, sua continuidade.
Assim o teatro desperta as esperanças e as lembranças. Faz reviver uma sensibilidade que pode estiolar-se ou soçobrar.
O teatro dá aos homens a ternura humana, essa ternura humana que religa como uma imensa família, através das gerações, o público de ésquilo, de Sófocles, de Eurípides, ao de Lope de Vega, de Calderón, ao de Shakespeare, aos nossos clássicos franceses e aos nossos autores contemporâneos.
Através de uma obra representada, através de uma peça, através dos palcos, uma libertação se faz, uma elevação sobrevém, um conhecimento interior se pratica, uma vida profunda se declara entre os homens.
Mas não é pela afronta ou pelo combate que o teatro se organiza. Penetração, descoberta ou enriquecimento do homem, o teatro não vive de exclusão, de dominação, desses reivindicações de privilégios que os debates econômicos e militares suscitam, sustentam e procuram justificar. A arte dramática de uma nação não se opõe à de uma outra nação vizinha. Ela não exige, para prosperar, que se desqualifique, limite, destrua.
No momento em que, entre as nações, abrem-se discussões e disputas fecundas em antagonismos e dissentimentos, devemos procurar definir o uso e o futuro do teatro, devemos procurar propagar e desenvolver a arte dramática.
Essas considerações, as afirmações ainda recentes que o teatro tem dado de suas qualidades, a evidência de sua necessidade, e de suas virtudes devem comandar e inspirar a atitude daqueles que têm o encargo e a responsabilidade da arte dramática.
Desejamos de nossa parte que a arte dramática jamais possa ser considerada como um instrumento de propaganda, que jamais deva ser assimilada a um mercantilismo ou a uma troca, que a cena seja transformada em uma tribuna.
Desejamos que ela deixe de ser tida por um comércio ou um tráfico; desejamos que a educação faça, no teatro, na arte dramática, o papel que lhe é devido, e que ela permaneça o que sempre tem sido até hoje e o que deve continuar a ser: uma oferenda, uma troca de amizade e de amor entre os homens.
É sua independência, é sua universalidade, parece-me, que devem ser o ponto de partida de nossas preocupações.

In Témoignages sur le théâtre, ed. Flammarion, Paris, 1952, págs. 242-244. Tradução de Roberto Mallet.


sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Desbravando a Ilha de Florianópolis




Caros amigos,
Sábado dia 24 de outubro é o dia de ação global da 350. Saiba mais e participe no link:
Encontre um evento!
Mês passado os eventos da Hora de Acordar inundaram as linhas telefônicas dos nossos governantes. Este sábado acontecerá uma nova mobilização global pelo clima para mostrar aos governantes o fôlego, poder e clareza do movimento climático global. Graças ao trabalho dos nossos amigos da 350.org, teremos mais de 4000 eventos climáticos espalhados pelo mundo todo, desde a Grande Barreira da Austrália até o Monte Everest. Você também pode participar de um evento perto de você, este sábado dia 24 de outubro, dando ainda mais força para este movimento. Clique abaixo para buscar um evento próximo de você: http://www.avaaz.org/po/350_mapO número 350 representa a quantidade segura (em partes por milhão) de carbon na atmosfera -- atualmente temos 387ppm. Graças à pressão da sociedade civil, 89 países já se comprometeram em estabelecer 350ppm como meta global. Dia 24 de outurbo todo evento deverá ter uma foto com o número 350. As fotos do mundo todo serão entregues para repórteres e divulgados para a mídia nas telas gigantes do Times Square em Nova York, e entregues diretamente para centenas de líderes globais e políticos nas próximas semanas. Posar em grupo para uma foto com o número 350 pode parecer uma ação pequena – mas quando ela é feita milhares de vezes em milhares de cidades, a ação ganha força, dando aos governantes uma mostra do entusiasmo e poder da nossa luta contra as mudanças climáticas. Participe! Encontre um evento perto de você: http://www.avaaz.org/po/350_mapEm menos de 50 dias nossos governantes se encontrarão em Copenhague na Dinamarca para negociar um novo tratado climático global. Por enquanto as negociações estão empacando, e um tratado justo, ambicioso e vinculante parece longe de ser alcançado. Justamente por isto é agora que a mobilização popular pode fazer uma grande diferença. Com esperança para 24 de outubro e Copenhague, Ben, Luis, Taren, Iain, Alice, Pascal, Graziela e toda a equipe AvaazPS. Esta sexta-feira dia 23 de outubro a Graziela Tanaka da Avaaz estará participando da Audiência Pública sobre Mudanças Climáticas da Câmara Municipal do Rio de Janeiro das 9:30 às 13 horas (Praça Floriano, S/N Cinelândia, Rio de Janeiro). Se você puder, compareça! -----------------------------------SOBRE A AVAAZ Avaaz.org é uma organização independente sem fins lucrativos que visa garantir a representação dos valores da sociedade civil global na política internacional em questões que vão desde o aquecimento global até a guerra no Iraque e direitos humanos. Avaaz não recebe dinheiro de governos ou empresas e é composta por uma equipe global sediada em Londres, Nova York, Paris, Washington DC, Genebra e Rio de Janeiro. Avaaz significa "voz" em várias línguas européias e asiáticas. Telefone: +1 888 922 8229Você está recebendo esta mensagem porque você assinou "Defenda o Tibete - Apoie o Dalai Lama" no 2008-03-26 usando o email filbuc@gmail.com. Para garantir que os nossoas alertas cheguem na sua caixa de entrada, porfavor adicione avaaz@avaaz.org na sua lista de endereços. Para mudar o email inscrito, sua língua ou outras informações pessoas, clique aqui:https://secure.avaaz.org/act/index.php?r=profile&user=7cfc01618828196a1b74c81934354030&lang=po ou clique aqui para remover o seu email da nossa lista.Para entrar em contato com a Avaaz não responda para esse email, escreva para info@avaaz.org. Você pode nos telefonar nos números +1-888-922-8229 (EUA) ou +55 21 2509 0368 (Brasil). Se você tiver problemas técnicos visite http://www.avaaz.org

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Nada Mais Lindo Que Olhos de Criança Admirando um Poeta


























































































































































Artur Gomes & Mayara Pasquetti


Beatriz e o Poeta


Artur Gomes & Mayara Pasquetti Jura Não Secreta


Artur Gomes & Mayara Pasquetti Fulinaimagem


Cena do Primeiro Encontro


O que é que mora em tua boca bia

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Roteiro de Viagens










Viagem de Bento a Vacaria




Depois de uma semana de muito vinho e poesia em Bento Gonçalves, pegamos a estrada em direção a ilha de Florianópolis, em companhia de Rodrigo Mebs, Adília Quintelas e Isabela. Uma viagem hilária regada a muita cerveja até a nossa primeira parada no Hotel Serra alta, em Vacaria.

Funk Dance Funk

a noite inteira invento joplin na fagulha jorrando cocker na fornalha funkrEreção fel falaFábio parada de Lucas é logo alitrilhando os trilhos centrais do braZil. rajadas de sons cortando os ínfimos. poemas sonoros foram feitos para os íntimos. conkretude versus conkrEreção. relâmpagos no coice do coração. quando ela canta eleonora de lennon lilibay sequestra a banda no castelo de areia. quando ela toca o esqueleto de Lorcasalta do som em movimento enquanto houver e federika ensaia o passo que aprendeu com mallarmé. punkrEreção pankada onde estão nossos negrumes? nunkrEreção negróide nada. descubro o irado Tião Nunespara o banquete desta zorra e vou buscar em Madureira a Fina Flor do Pau Pereira. antes que barro vire borra antes que festa vire forra antes que marte vire morra antes que esperma vire porra - ó baby a vida é gume ó mather a vida é lume ó lady a vida é life!

Artur Gomes
http://carnavalhagumes.blogspot.com

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Fulinaimicamente

do som dessa palavra
nasce uma outra palavra
fulinaimicamente
no improviso do repente
do som dessa palavra
nasce uma outra palavra
fulinaimicamente

brasileiro sou bicho do mato
brasileiro sou pele de gato
brasileiro mesmo de fato
yauaretê curumim carrapato

em rio que tem piranha
jacaré sarta de banda
criolo tô na umbanda
índio fui dentro da oca
meu destino agora traço
dentro da aldeia carioca

Jackson do Pandeiro
Federico Baudelaire
nas flores do mal me quer
Artur Rimbaud na festa
de janeiro a fevereiro
itamar da assunção
olha aí Zeca Baleiro
no olho do mundo
no olho do mundo cão

arturgomes
http://poeticasfulinaimicas.blogspot.com

A montanha bêbada


Praia de Moçambique


Areal da costa de Moçambique


Rodrigo Mebs na Costa da Lagoa

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

NAIMAN.DE TODO LUGAR.DE TODO LUGAR


O vôo dos albatrozes


Albatrozes na costa da lagoa


Na costa da lagoa


Travessia da lagoa da conceição

Única apresentação
Mais de 20 anos de carreira passados a limpo no Show

A música do Mineiro de São João Del Rei, Naiman, tem influenciado coletivos de artistas da Cidade de São Paulo.

Nhocuné Soul, Dolores Boca Aberta, Cia. Lúdicos, Cia. Estável, Trem de Cordas, Os Boca Aberta têm suas obras impregnadas da poética de Naiman.

Este encontro com o músico terá registro em áudio e vídeo.
É a necessidade dos artistas populares de gravarem sua história.
Dois grandes músicos da quebrada acompanham Naiman neste show: Ronaldo Gama e Jhony Guima da Nhocuné Soul.

“De todo lugar”, acontece no domingo, dia 18 às 20 horas, Rua Frederico Brotero, 60, Cidade Patriarca, ao lado do Posto de saúde municipal. (São Paulo)

Sábado agora, 17/10, às 18h30, apresento minhas “Tranqueiras Líricas” na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, dentro do projeto Outubro Independente. Desde 2003 venho fazendo isso. Falar meus poemas com música. Unir a palavra escrita ao rock, ao jazz e ao blues. Para tanto estarei mais uma vez acompanhado pelos comparsas e grandes músicos Fabio Brum (guitarra), Fabio Pagoto (baixo) e Rick Vecchione (bateria).

De acordo com o libreto “Literatura Independente”, produzido pela Rayban e encartado nas revistas TRIP e TPM (dez/2007) com “12 dos literatos mais consistentes cujo trabalho ganhou projeção nos últimos 10 anos”, “não é raro pegar pessoas se debulhando de risos ou de lágrimas nas apresentações de Marcelo, um legítimo show de blues”.

Espalhem, divulguem e, claro, apareçam. Seria legal para caramba ter vocês por lá. O espetáculo é gratuito e a Biblioteca fica na Rua Henrique Schaumann, 777, Pinheiros, SP, em frente à praça Benedito Calixto.

Segue flyer no anexo.

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ORFANATO PORTÁTIL
http://marcelomontenegro.blog.uol.com.br/


Valeu e grande abraço, Marcelo Montenegro.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

LOUCOS SOMOS NÓS

No sábado retrasado foi lançada pela ong Nação Goytacá a campanha LOUCO SOMOS NÓS, que objetiva tentar amenizar as dificuldades por que passa o Hospital Abrigo Dr. João Viana, mantido pela Liga Espírita de Campos. Sendo a primeira ação prática da Nação, a campanha está mobilizando a classe artística para que faça doações de roupas usadas, material de higiene e de limpeza. Um diferen-cial marca a empreitada: cada um, artista ou não, deve entregar a sua doação no próprio hospital e com isto conhecer um pouco da realidade deste e, sensibilizados, desdobrarem as ações de forma a conquistar o campista para uma atitude cidadã diante às mazelas que nos cercam.

À época da criação da ong, escrevi neste mesmo espaço um artigo intitulado TRIBO GOYTACÁ E OUTRAS TRIBOS, em que me colocava um tanto apático, naquela de ver pra crer, já que diversos movimentos similares não deram em nada. Com o lançamento da campanha, percebo que a galera capitaneada por Artur Gomes estrategicamente não iniciou suas ações olhando para o próprio umbigo. Ao deslanchar um movimento com este perfil, a Nação busca sensibilizar os artistas sobre a importância do papel social da arte e ganha visibilidade por tentar cumprir o que aparentemente caberia a outras instâncias da sociedade, mas que cabe a todos nós.

Aqueles que buscam comprar um lugar no céu com suas contribuições para o Criança Esperança, com mais uma enchente em Santa Catarina e outras tantas mais desgraças que os assolam e afligem, precisam, seguindo o exemplo da NAÇÃO GOYTACÁ, atentar para a realidade que nos cerca. Todos sabemos das dificuldades por que passam não só o hospital João Viana, mas todas as instituições assistenciais do município. Digo assistenciais de verdade, não aquelas criadas com fundo eleitoreiro. Desculpas e justificativas não faltam para tentar explicar a situação, mas o fato é que todas estão passan-do por dificuldades.

Graças à boca no trombone colocada pela guerreira Fátima Castro, a situação das instituições assistenciais e filantrópicas do município veio à tona. Na realidade, a questão que se revela financeira é de ordem política, pois na cascata que é o repasse de verbas feito pelo governo federal, cabe ao município o repasse final. Só que de acordo com as afinidades eles demoram mais ou menos a chegar aos seus destinos finais. É esse atrelamento que emperra a saúde financeira destas instituições. Afora a incoerência de as notas das prestações de contas terem obrigatoriamente datas de emissão posterior ao repasse e não quando a compra fora efetuada.

A Liga Espírita de Campos agrega algo em torno de oitenta instituições, todas em situação idêntica. Se cada organismo de classe, se cada associação patronal “adotasse” uma dessas instituições, com certeza amenizaria em muito as condições em que estão vivendo os assistidos por elas. Uma coisa é certa: não dá para nos isolarmos em nossas redomas de vidro eternamente. Não dá para fingirmos que essas idiossincrasias não acontecem em nosso quintal. Se não assumirmos urgentemente as nossas responsabilidades sociais, num futuro breve pagaremos um preço muito alto pela nossa omissão. E não será preciso passar dessa pra melhor para acertarmos as nossas contas.

A campanha foi lançada numa noite memorável, em que Cristina Lima discursou em nome da Liga e logo após muito rock rolou, culminando com o retorno de Luizz Ribeiro e os Avyadores do Brazil à cena. Luizz mostrou que está em forma, tocando como nunca, levando os presentes ao delírio. Artur Gomes, com sua verve poética, por diversas vezes recitou e conclamou a todos a aderirem. E todos os presentes, numa atitude entusiástica, louvavam a iniciativa. Agora é hora de cumprirmos a nossa parte, pois a NAÇÃO GOYTACÁ deu o seu primeiro passo com pé direito e promete sacudir as estruturas encasteladas da planície.

De forma alternativa, sem grandes produções, a diretoria da ong conseguiu sensibilizar uma parte significativa da classe em torno do evento, que se deu num bar. Escolha acertada, já que embora a questão seja séria, se trata de artistas e estes adoram encarar seus desafios descontraidamente, ou seja: relaxando e gozando. Este é o ideário do grupo: lutar por uma Campos melhor, sem cair nos labirintos burocráticos engessadores das ações. Sugiro que este matutino abrace a campanha, assim com fez em diversas ocasiões por outras causas nobres. Com certeza com o respaldo da Folha o movimento irá deslanchar e atingir seu intuito.

Antônio Roberto Góis Cavalcanti(Kapi)

sexta-feira, 2 de outubro de 2009



http://www.myspace.com/317911079

ACORDA BRASIL !
.

O Conversa Afiada recebeu uma colaboração de um leitor. O texto abaixo faz uma comparação entre o trabalho e a presença das Ongs estrangeiras na Amazônia e no Nordeste:
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Você consegue entender isso?.

Vítimas da seca
Quantos? 10 milhões
Sujeitos à fome? Sim
Passam sede? Sim
Subnutrição? Sim
ONGs estrangeiras ajudando: Nenhuma.

Índios da Amazônia
Quantos? 230 mil
Sujeitos à fome? Não
Passam sede? Não
Subnutrição? Não
ONGs estrangeiras ajudando: 350
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Provável explicação: A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.
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O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os famintos.
.Tente entender: Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres. Agora, uma pergunta: Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito? É uma reflexão interessante.

Nação Goytacá - Nossos Passos

Meu caros, nesta última quarta-feira estivemos reunidos com a Daniela Passos, presidente da ONG CPC Centro de Preservação do Centro, que foi contemplada com um Edital da Caixa Cultura, para realizar em Campos em abril de 2010, a I Mostra Aberta de Teatro Experimental, em espaços não convencionais.
O motivo de estar presente a esta reunião, deveu-se a um convite para uma parceria com a Nação Goytacá, nesta empreitada e em outras posteriores.

Ontem estivemos, Eu, Wellington Cordeiro e Joca Muylaert, em reunião com o Professor Silvério, Pró-Reitor de Extensão da UENF, para formalizarmos uma parceria em torno da Casa de Cultura Villa Maria. Depois e uma breve explanação do professor Silvério, sobre a atual situação do prédio da Vila, lhe passamos o Estatuto da nossa ONG, o projeto TransformAção Comunitária, que tem como objetivo, implantar Oficinas de Teatro, Poesia, Cine Vídeo, Dança e Música, utilizando as técnicas do Teatro do Oprimido, além de um Dossiê, das realizações na Casa, durante os 4 anos em que Joça, os eu diretor.
Nosso passo agora, é enviarmos ao Professor Silvério, uma minuta com a nossa proposta para a parceria, para ele levar ao Reitor, e daí aos conselhos dos Centros Acadêmicos.

Ontem também, mais uma vez, estivemos reunidos com Helô Landim, presidente da ONG PróBeach, que é responsável pela gestão do Ponto de Cultura, na comunidade da Barrinha, em São Francisco do Itabapoana.
A PróBeach já é nossa parceria na campanha Loucos somos Nós, além de estarmos discutindo uma parceria para a implantação das Oficinas que será realizadas naquela comunidade.

Ainda ontem, Eu e Kapi, estivemos uma longa reunião com o Ator Bruno Peixoto, integrante do Grupo Bicho de Porco. Atualmente ele está em cartaz no Teatro Municipal de Cabo Frio, com o espetáculo Jornada Shakespeare, e a nossa intenção é trazer a Campos o espetáculo, dentro da proposta de ações de cultura e arte que desenvolveremos através da campanha Loucos Somos Nós.
Datas e locais já estão definidos: de 7 a 9 de novembro no Auditório do Liceu de Humanidades de Campos. Nosso passo agora é levarmos a proposta a Direção da Liga Espírita de Campos.

Outro passo em direção a campanha Loucos Somos Nós, que aos poucos será transformado em projeto é a montagem do texto de Nicolai Gogol, que eu e Kapi resolvemos encarar, para ser encenado no próprio Hospital João Vianna. Com relação a campanha ela já está sendo concretiza, agora mesmo acabo de receber telefone do nosso Diretor de Esportes, Water Klein, nos passando a informação da doação feita pela banda Eixo Nacional.

Nestes próximos dias estarei no Rio Grande do Sul, na cidade de Bento Gonçalves, participando do XVII Congresso Brasileiro de Poesia, retorno a cidade no dia 12, quando marcaremos uma reunião da Dirtoria para discutirmos todas estas ações.

Um grande abraço
Artur Gomes
Nação Goytacá – presidente
http://multiartecultura.blogspot.com/
(22)9840-4362

O quê são as empresas?

Será que as paredes, os móveis, os computadores, a papelada, enfim... tudo o que constrói e compõe o cenário dos escritórios, das firmas, das empresas não é totalmente 'ocupado', 'encenado' por pessoas?Será que sem as pessoas, ali, trabalhando todos os dias, as empresas alcancariam suas metas? Cumpririam seus objetivos? O lucro estaria garantido?E os chefes? Seriam 'chefes' sem chefiados? As equipes existiriam sem pessoas? Os projetos seriam gerenciados?Claro que não!São as pessoas que fazem tudo acontecer.Porém, também sabemos que o relacionamento humano, desde Adão e Eva, é uma questão delicada. Afinal, cada um de nós tem uma cabeça, traz uma cultura, acredita em valores distintos. E, todos esses universos juntos em um mesmo espaço, fatalmente, leva a conflitos. Isso é natural. Todavia, os conflitos advindos dessa constatação não podem e não devem persistir. Eles devem ser debelados tão logo identificados, porque isso pode colocar as metas da empresa em risco. Existem ferramentas utilizadas pelos profissionais da área de Recursos Humanos para esse fim: debelar conflitos.Nós, encontramos na linguagem do teatro uma importante e eficaz maneira de estar 'dramatizando' as questões, trazendo-as à reflexão. E, aí, encontrando, juntos as soluções.Esse método de interagir sem agredir, sem invadir, já demonstrou ser muito producente.Então, se você que leu esse texto e refletiu sobre o tema, entre em contato e nos convide para uma demonstração.
(21) 30425236/97453938 consultance@consultance.com.br http://consultance.blogspot.com/2009/10/teatro-na-empresa.html


Do Blog de Fábio Siqueira

Bagunça e desrespeito
Eu, como usuário de ônibus tenho, lamentavelmente, observado nos ultimos dias que a desorganização no Programa "Campos Cidadão" não se restringe as imensas filas que vocês já devem ter notado em diversos pontos da cidade.O fluxo de passageiros aumentou visivelmente desde a implantação da "passagem a R$ 1,00", mas as empresas, que há cinco meses recebem expressivos repasses da Prefeitura - projeções apontam que algumas delas já receberam alguns milhões de reais - e que há dias já cobram R$ 1,60 dos usuários que ainda não conseguiram retirar seu "cartão cidadão" ou não se dignaram a passar pela exposição às enormes filas, mantêm em várias linhas bastante utilizdas, mesmo em horários de rush, ridículos e minúsculos microônibus, cuja utilização deveria se restringir a linhas de pouco fluxo de passageiros ou a horários de menor circulação destes. A EMUT não controla a frota destas empresas, o estado de conservação dos coletivos e a adequação de cada carro à linha na qual circula.Há ainda grande confusão no que se refere ao direito à gratuidade dos idosos com mais de 60 anos - garantido por Lei proposta pelo recém-falecido Vereador Renato Barbosa. Os malditos microônibus inclusive são usados como forma de burlar o direito dos idosos à gratuidade. Hoje mesmo vi um senhor - que identifiquei como alguém ligado a um membro do primeiro escalão do governo municipal - descer de um ônibus da Viação Siqueira por não concordar com a exigência do motorista de que ele pagasse R$ 1,00 para seguir viagem. Na compreensão dele, seu "cartão cidadão" deveria lhe garantir a gratuidade. É bom pedir a seu companheiro para avisar aos fiscais da EMUT!Soube de outro caso onde o motorista da Viação Cordeiro impediu uma senhora de Dores de Macabu de usufruir da gratuidade por não ser portadora do "cartão-cidadão". Sem o documento do cadastro oficial da Prefeitura, a senhora não pode nem mesmo pagar a "tarifa social" de R$ 1,00. Precisou pagar R$ 5,80 para chegar ao centro da cidade.Enfim, após cinco meses de implantação, a passagem a R$ 1,00, carro-chefe do marketing eleitoral de Rosinha, não conseguiu ainda se organizar de forma a atender satisfatoriamente os usuários do transporte coletivo. Pelo jeito, satisfeitos com o programa só mesmo os empresários do setor.

http://fabiosiqueira.blogspot.com/


quinta-feira, 1 de outubro de 2009



Caro Artur, Como vai?
Estou escrevendo para avisar que acabei de publicar seus novos poemas lá na Toca da Serpente, ok? Já sabe: qualquer alteração ou correção é só avisar!
Muito obrigada pela importante participação.
Mantenha-se em contato e envie novos trabalhos sempre que quiser!
Um abraço,
Agostina.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~A Garganta da Serpente http://www.gargantadaserpente.com/

Novidades da Garganta da Serpente:
A Toca da Serpente.: http://www.gargantadaserpente.com/toca/
- Novos poemas de: Amarildo Barreto de Almeida, Armando Sousa, Artur Gomes, Francisco Orban, Gabriella Slovick, Ivaldo Gomes, Lieva Kravkaia, Marcello ShytaraLira

Veneno Crônico.:
http://www.gargantadaserpente.com/veneno/
- Arquétipos - Teoria Analítica - Jung (Tania Montandon)- Árvore, o verdadeiro símbolo da vida (Marcial Salaverry)

Contos de Coral.:http://www.gargantadaserpente.com/coral/ - O deus de carne (Vitor Souza)- Destino Traiçoeiro (Tania Montandon)- Iom Kippur, o Conto (Dalva Agne Lynch)- Artificial, não é? (Fábio Eleotério Souza Silva)

Artigos Envenenados.:http://www.gargantadaserpente.com/artigos/
- Única Vantagem da Reforma Ortográfica (Luciana do Rocio Mallon)

Resenhas dos Répteis.:http://www.gargantadaserpente.com/resenhas/ - O Livro de Contos "Olhares Plausíveis" de Gregório Bacic Revela Horrores Contemporâneos (Silas Corrêa Leite)

Encantadores de Serpentes.:http://www.gargantadaserpente.com/encanta/ Novos concursos literários, cursos, lançamentos e muito mais!

Cobra Cordel.:http://www.gargantadaserpente.com/cordel/ - O enterro do pinguço (Roberto Ribeiro)

Cine Cobra.:http://www.gargantadaserpente.com/cine/
- Um Truque de Luz (Abilio Terra Junior)

Comissão do Senado debate diploma de jornalista em audiência nesta quinta
Rita Nardelli / Da Agência Senado

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza nesta quinta-feira, 1º, audiência pública para discutir proposta de emenda à Constituição (PEC) do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) que estabelece que o exercício da profissão de jornalista é privativo do portador de diploma de curso superior de Comunicação, com habilitação em Jornalismo, expedido por curso reconhecido pelo Ministério da Educação.Foram convidados a participar do debate os presidentes da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade; da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Pimentel Slaviero; do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), Edson Spenthof, da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azedo; da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Judith Brito; e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, além do representante da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), Carlos Franciscato.A PEC 33/09 exige o diploma para quem for atuar na cobertura jornalística, mas não para o colaborador - definido como aquele que, sem relação de emprego, produz trabalho de natureza técnica, científica ou cultural relacionado com a sua especialização, para ser divulgado com o nome e a qualificação do autor. O diploma também é dispensado para os jornalistas provisionados que já tenham obtido registro profissional regular perante o Ministério do Trabalho e Emprego.A proposta foi apresentada depois que o Supremo Tribunal Federal (STF), em 17 de junho último, decidiu, por maioria de votos, que é inconstitucional a exigência do diploma de jornalismo e registro profissional no Ministério do Trabalho e Emprego como condição para o exercício da profissão de jornalista.

Desqualificação

Na justificação da PEC, Valadares afirma que uma consequência óbvia da não-obrigatoriedade do diploma de jornalista para o exercício da profissão seria a rápida desqualificação do corpo de profissionais da imprensa do país: "Empresas jornalísticas de fundo de quintal poderiam proliferar contratando, a preço de banana, qualquer um que se declare como jornalista".O senador observa que um jornalista não é um mero escritor, um mero emissor de opiniões - o que, lembra, é papel dos articulistas, dos quais não se exige formação em Comunicação. A principal atividade do jornalista, registra, é "a apuração criteriosa de fatos, que são então transmitidos à população segundo critérios éticos e técnicas específicas que prezam a imparcialidade e o direito à informação", o que requer estudo e profissionalismo.Valadares afirma também que exigir formação acadêmica para a realização de uma atividade profissional específica, sensível e importante como o jornalismo não é cercear a liberdade de expressão de alguém. Para o senador, é "razoável" exigir que as pessoas que prestam esse serviço sejam graduadas, preparadas "para os desafios de uma atividade tão sensível e fundamental, que repercute diretamente na vida do cidadão em geral".A audiência pública foi solicitada por Valadares e pelo relator da matéria na CCJ, senador Inácio Arruda (PCdoB-CE).

Vitor Menezes - http://urgente.blgospot.com/


Sos Caps
O Centro de Atenção Psico-Social (Caps) da Rua Primeiro de Maio (ao lado da Ocean Motos da Rua Barão de Miracema) foi criado pela Prefeitura de Campos, há poucos meses, para atender a uma determinação do Ministério Público Estadual.
O objetivo era atender pessoas que necessitassem de internação de até cinco dias. Mas a falta de infraestrututura é tal que não há nem aparelho de medição de pressão dos pacientes, muito menos papel para fazer as fichas.
Em outro Caps, o da Rua André Luiz, em Guarus, os pacientes ficaram desde janeiro até a semana passada sem café da manhã.

do blog do Ricardo André http://ricanderevasconcelos.blogspot.com

CAMPOS DOS GOYTACAZES

Quem sou eu

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meu coração marçal tupã sangra tupi e rock and roll meu sangue tupiniquim em corpo tupinambá samba jongo maculelê maracatu boi bumbá a veia de curumim é coca cola e guaraná