sexta-feira, 23 de abril de 2010

Centro acadêmico condena publicação que incita alunos da USP a jogar fezes em gays

O Centro Acadêmico de Farmácia e Bioquímica da USP (Universidade de São paulo), que representa os alunos da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, publicou nota em seu site condenando o texto de um informativo atribuído aos alunos da faculdade.

Preconceito atinge 87% da comunidade escolar, diz pesquisa

Uma edição do periódico "O Parasita" causou polêmica ao incitar a homofobia. Assinado com um pseudônimo, um texto da publicação desafia: "jogue merda em um viado".

"Não apoiamos atitudes homofóbicas, machistas, racistas ou que expressem qualquer outro tipo de preconceito, uma vez que vivemos em uma sociedade livre e diversificada. Não possuímos nenhum vínculo com quaisquer publicações contrárias ao posicionamento do centro acadêmico. Somos contrários a iniciativas discriminatórias, uma vez que incentivamos a conscientização social de nossos alunos", afirma a nota, publicada nesta sexta-feira (23).

Prêmio
De acordo com "O Parasita", a faculdade "vem sendo palco de cenas totalmente inadmissíveis". Após citar episódios de beijos e troca de carícias entre alunos homossexuais, os autores afirmam que "se as coisas continuarem assim, nossa faculdade vai virar uma ECA [Escola de Comunicação e Artes da USP]".

O prêmio para quem cumprir o desafio é "um convite de luxo para a Festa Brega 2010". Em nota, a direção da faculdade diz que "não tem conhecimento nem apoia essa publicação, inclusive desconhece os seus autores". A direção afirma ainda que "tomará as medidas jurídicas cabíveis para reprimir este tipo de publicação".

Santo André e Santos apostam em
ataques 'infalíveis' em busca do título

O futebol ofensivo foi premiado no Campeonato Paulista. Santos e Santo André têm os melhores ataques, e são as duas únicas equipes que marcaram gols em toda a temporada. Como não poderia ser diferente, é apostando no “poder de fogo” que essas equipes buscam finalizar a competição com o título.

Com base nos números, a expectativa criada para a decisão é de um duelo recheado de gols. O poderoso ataque do Santos marcou 67 gols, em 21 jogos no estadual. Uma incrível média de 3,19 por jogo. Já o time do ABC assinalou 48 na mesma quantidade de partidas. O que resulta em média de 2,28 por jogo.

A quantidade de finalizações por partida das duas equipes impressiona. Segundo pesquisa Datafolha, o alvinegro é a equipe com a maior quantidade de arremates da competição, com 19,7 de média. O Ramalhão não está muito distante, com média de 16,1.

O alvinegro tem no rodízio de gols de seus jogadores a receita do sucesso. Os atacantes Neymar e André marcaram 12 gols cada. O meia Paulo Henrique Ganso colaborou com outos 11. Enquanto isso, os gols do adversário saem na grande maioria pelos pés de Rodriguinho, artilheiro disparado do elenco, com 14 gols. Na sequência, aparece Bruno César, com sete.

APOSTA NOS ARTILHEIROS

Com 14 gols, Rodriguinho é o vice-artilheiro do estadual. Ele é disparado o goleador do Ramalhão
“São duas equipes com estilo de jogo muito parecido. Sempre destaquei durante o ano que achava o time do Santo André o que mais se aproximou do Santos. Santo André é o time que mais se aproximou do Santos ao longo da competição. Pela transição, chegada dos alas, para mim não é surpresa e não será caso venha acontecer qualquer coisa. A tendência é que seja um espetáculo de muitos gols”, disse Dorival Júnior.

“Nada vai mudar só porque estamos em uma final. A gente busca o gol a todo momento, independentemente da quantidade, continuamos jogando para frente. Nosso time cria muito, por isso a média é alta. Assim como o Santo André vai respeitar o Santos, mas seguir com o estilo de jogo característico ”, comentou Robinho.

Já a defesa de ambas as equipes deixa a desejar. O Santo André só não sofreu gols em duas partidas (contra a Portuguesa e Monte Azul). O Santos não foi vazado em cinco oportunidades (diante do Rio Branco, Grêmio Prudente, Oeste, Monte Azul e São Paulo).

Com a vantagem de atuar por dois resultados iguais após a somatória dos placares, o alvinegro conquistará o título caso não sofra gols. Fato é que na decisão, ambas as equipes vão em busca de pela primeira vez na temporada impedir o ataque adversário de marcar gols.

“As duas equipes jogam de maneira ofensiva, mas eu não me preocupo tanto com o ataque. Se a defesa não tomar gol, o título já estará decidido”, frisou Dorival.

“O Santos é uma sensação. Uma equipe que está apresentando um grande futebol e eles são favoritos mesmo. Mas provamos que o Santo André não chegou na final à toa", destacou o treinador do Ramalhão, Sérgio Soares.

Após mudanças, Patrícia Amorim evita
fortalecer meia Petkovic no Flamengo

Nesses quatro primeiros meses de 2010, o Flamengo já enfrentou inúmeras polêmicas fora de campo, o que acabou obrigando a presidente Patrícia Amorim a anunciar, na última sexta-feira, as demissões do técnico Andrade e do vice de futebol Marcos Braz. No entanto, quem pensa que as atitudes tomadas de certa forma fortalecem o meia Petkovic daqui para frente se engana.
Em janeiro, o sérvio bateu de frente com Marcos Braz após abandonar o Maracanã no intervalo do Fla-Flu em que foi substituído. Por pouco não teve seu contrato rescindido. Desde então, Pet e o dirigente não se falavam e se tornaram desafetos declarados.

Com Andrade, o jogador não chegou a ter problemas tão explícitos, mas já cutucou o antigo comandante em algumas entrevistas, se mostrando irritado por substituições feitas e por estar tendo poucas oportunidades no ano, além de não ser mais consultado pelo treinador. Por sua vez, o técnico rebatia, afirmando que Petkovic estava mais fechado e não dava espaço para conversas em 2010.

Com esses atritos públicos, muitos diziam que Andrade estava perdendo o controle do elenco por não afastar o sérvio em definitivo do time. Existia até pressão por parte de alguns dirigentes para que isso ocorresse.

Entretanto, na entrevista coletiva concedida nesta última sexta-feira, Patrícia Amorim deixou claro que nunca fez qualquer tipo de sugestão para Andrade escalar ou deixar de escalar alguém. Mesmo assim, não considerou Pet vítima dos problemas com o antigo departamento de futebol.

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“Nunca cheguei a esse estágio de tanta intimidade para pedir para não escalar alguém. O Pet é um jogador muito querido pelos torcedores e a gente sabe disso”, minimizou a presidente.

O contrato do sérvio termina no dia 15 de junho e as renovações estão complicadas. Muitos consideravam que Marcos Braz é quem estava atrapalhando e não queria mais o sérvio no clube, mas, mesmo com a saída do cartola, será difícil a permanência do jogador.

Outros membros da diretoria não gostam da forma como Petkovic tem se comportado esse ano e julgam que o clube não deve estender o vínculo do meia. O jogador, por sinal, nunca conversou com Patrícia Amorim, que já declarou mais de uma vez não ter sentido abertura para dialogar com o meia.

Por conta disso, os dirigentes ainda não responderam a contraproposta feita pelo procurador do atleta, Josias Cardoso, que aguarda um retorno. Caso o treinador que assumir a equipe não convença a diretoria de que o meia é importante, a tendência é que Petkovic realmente não renove seu vínculo.

PSB decide que Ciro não vai disputar Presidência

O PSB deve anunciar na próxima terça-feira que o deputado Ciro Gomes não será candidato a presidente da República, informa reportagem de Vera Magalhães, Fernando Rodrigues e Maria Clara Cabral (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Ciro diz que jamais desistirá de candidatura, mas admite respeitar decisão do PSBPSB diz a Ciro que pré-candidatura é difícil e caminha para apoiar DilmaDilma critica PSDB e diz que estará ao lado de Ciro em qualquer situaçãoPré-candidato do PSB ao governo de SP, Paulo Skaf defende candidatura de Ciro

Até lá, o partido cumprirá um ritual para dar uma saída honrosa a Ciro: consultará os diretórios sobre uma aliança com o PT.

Como a maioria dos diretórios opinará por uma aliança com o PT, caberá ao governador de Pernambuco e presidente da sigla, Eduardo Campos, anunciar a retirada de Ciro.

Ciro foi avisado ontem, em reunião com a cúpula partidária, de que as conversas com a campanha de Dilma Rousseff avançaram e que o PSB entregou ao PT uma lista de cinco Estados em que espera alguma contrapartida dos aliados.

Foram relatados vários casos regionais em que caciques que antes manifestavam apoio à candidatura própria já estão se acertando com o PT.

Em queda nas pesquisas, o deputado se comprometeu a aceitar a decisão. No cenário sem Ciro do mais recente levantamento do Datafolha, a diferença entre José Serra e Dilma Rousseff se amplia de 10 para 12 pontos. O tucano passa de 38% a 42%, enquanto a petista oscila de 28% a 30%. Marina Silva (PV) também sobe dois pontos e chega a 12%.
Ciro decidirá em quais campanhas estaduais do PSB pretende ajudar.

Isolamento
Em reunião realizada ontem, a cúpula do PSB informou a Ciro que o partido está isolado politicamente e que isso dificultará sua candidatura ao Palácio do Planalto.

O vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, disse que a prioridade hoje é a de eleger uma bancada parlamentar maior e dar apoio aos candidatos ao governo. Durante o encontro, Ciro viu uma exposição sobre o cenário em todos os Estados, do cenário nacional e das pesquisas de intenções de votos.

"Hoje o partido tem condições de ter candidato próprio e de não ter. A questão é que vamos avaliar todos os fatores e chegar a uma decisão consensual. Não tem nenhuma chance de adiarmos nada, a decisão sai na terça-feira", disse Amaral.

Outro lado
Em nota, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) diz que nunca desistirá de disputar a Presidência.
"Ciro afirma que continua candidato, que considera sua postulação importante para o PSB e para o País e que jamais desistirá de concorrer à Presidência. Se o seu partido decidir por não apresentar candidatura própria que assuma o ônus da decisão, a qual ele aceitará e respeitará como filiado", diz nota divulgada por sua assessoria.

Ciro diz que Lula "navega na maionese"
e que presidente se acha o "todo-poderoso"

Ciro Gomes, deputado federal pelo PSB e até ontem (22) à noite possível candidato à Presidência, disparou ao ver o partido retirar apoio à sua candidatura: "Lula está navegando na maionese". Em entrevista ao portal iG, o pessebista fez referência ao "apoio desmedido" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a sua pré-candidata, a ex-ministra petista Dilma Rousseff.

"Ele está se sentindo o todo-poderoso e acha que vai batizar Dilma presidente da República. Pior: ninguém chega para ele e diz 'Presidente, tenha calma'. No primeiro mandato eu cumpria esse papel de conselheiro, a Dilma, que é uma pessoa valorosa, fazia isso, o Márcio Thomaz Bastos fazia isso. Agora ninguém faz", disse.

Ciro tem maior rejeição entre eleitores, diz pesquisa IbopePresidente Lula não decidirá sobre candidatura de Ciro, diz CamposLula, agora, diz que é a favor da reeleição e planeja conversa com CiroPT e PSB pedem que presidente faça Ciro desistirSite pede para PSB deixar Ciro Gomes concorrer à Presidência

Embora afirme que ele merece a alta aprovação de seu governo, Ciro diz que "Lula não é Deus". Sua mágoa é com a influência do presidente nas resoluções internas de seu partido. "Estou como a Tereza Batista cansada de guerra. Acompanho o partido. Não vou confrontar o Lula. Não vou confrontar a Dilma."

Para ele, a candidatura de Dilma pode sofrer revezes devido à atuação indevida de radicais no PT. "Sabe os aloprados do PT que tentaram comprar um dossiê contra os tucanos em 2006? Veremos algo assim de novo."

Ciro também criticou aquilo que ele classifica como subserviência ao PT por parte do governador de Pernambuco Eduardo e o vice-presidente da legenda, Roberto Amaral. "[Eles] não estão no nível que a História impõe a eles", disse.

Na entrevista, o deputado afirmou que pode deixar a política para viajar ou "virar intelectual" a partir da confirmação, no próximo dia 27, da retirada de sua candidatura.

Ciro ainda reforçou a ideia de que sua candidatura "trata-se de uma missão estratégica, que não será desempenhada por mais ninguém". Ele diz acreditar que sua presença entre os presidenciáveis ajudaria a colocar em pauta durante os debates questões a serem enfrentadas nos primeiros anos de mandato do novo presidente.

"Em 2011 ou 2012, o Brasil vai enfrentar uma crise fiscal, uma crise cambial. Como estamos numa fase economica e aparentemente boa, a discussão fica escondida. Mas precisa ser feita."
Segundo ele, Serra teria mais condições de enfrentar essa crise negociando uma coalizão com o PMDB.

Petrobras sobe 7 posições em ranking global de maiores empresas; veja lista

A Petrobras subiu da 25ª para a 18ª posição no ranking da revista "Forbes" de maiores empresas do mundo, mantendo-se como a companhia brasileira mais bem colocada na lista. A classificação contabiliza vendas anuais em dólar, lucro, ativos e valor de mercado.Bradesco (51ª), Banco do Brasil (52ª), Vale (80ª) e Itausa (82ª) são as outras brasileiras que aparecem na lista com 100 empresas.

O banco privado melhorou o desempenho registrado no ano passado, quando aparecia em 78º lugar. Já a Vale caiu nesse comparativo, pois antes estava na 74ª posição. As demais empresas não haviam sido listadas.

O banco JPMorgan lidera o ranking atual, desbancando a General Electric, que agora passou para o segundo lugar. Companhias dos Estados Unidos, aliás, ocupam as quatro primeiras posições, com o Bank of America e a gigante do petróleo ExxonMobil completando o quarteto.

A China surge em quinto, com o ICBC (Banco Industrial e Comercial da China, na sigla em inglês), o maior do país em valor de mercado.

Confira algumas empresas na lista da Forbes (na íntegra aqui)

1º - JPMorgan Chase
2º - General Electric
3º - Bank of America
4º - ExxonMobil
5º - ICBC
6º - Santander
7º - Wells Fargo
8º - HSBC
9º - Royal Dutch Shell
10º - BP (British Petroleum)

18º Petrobras
51º Bradesco
52º Banco do Brasil
80º Vale
82º Itausa


"Ciro não está fora do páreo ainda",
diz presidente do PSB

O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, negou nesta sexta-feira (23), após conversa com o presidente Lula em Brasília, que o deputado federal Ciro Gomes esteja fora das eleições. "Ele não está fora do páreo ainda. Vai depender de a maioria do partido entender se ele deve ser candidato", disse.

Reportagem publicada pelo jornal "Folha de S.Paulo" nesta sexta-feira aponta que o PSB já decidiu pela saída de Ciro da corrida presidencial, mas que o partido prepara um série de ritos para uma saída honrosa. Até a próxima terça-feira, o PSB deve consultar os diretórios estaduais sobre uma aliança com o PT.

Campos não quis comentar as declarações de Ciro em entrevista ao portal iG dizendo que o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, "é mais preparado, mais legítimo, mais capaz" do que Dilma Rousseff, pré-candidata do PT.

O presidente do PSB disse ainda que não seria árbitro da decisão de Ciro e que acompanhou durante um ano e seis meses os debates e viagens que compuseram o trabalho de pré-candidatura dele à presidência. "Quem disser que está decidido está mentindo. [..] Está chutando, está sendo mal informado", afirmou.

O pessebista se negou a comentar um plano B caso Ciro Gomes não saia candidato a presidente e falou que a influência de Lula funcionaria como a de um "coordenador de campanha, mas quem decide são os militantes do PSB".

Lula evita responder às
críticas de Ciro; PT vê mágoa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva evitou responder às críticas de seu ex-ministro, o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE). Em entrevista ao portal iG, Ciro fez duras críticas a Lula e ao PT.

Questionado sobre Ciro quando chegava ao STF (Supremo Tribunal Federal), Lula se limitou responder: "Estou mudo".

Em entrevista ao portal iG, Ciro deixou evidente seu descontentamento e mágoa com a atuação do PT e do presidente Lula no enterro de sua possível pré-candidatura. "Ele está se sentindo o todo-poderoso e acha que vai batizar Dilma presidente da República. Pior: ninguém chega para ele e diz 'Presidente, tenha calma'. No primeiro mandato eu cumpria esse papel de conselheiro, a Dilma, que é uma pessoa valorosa, fazia isso, o Márcio Thomaz Bastos fazia isso. Agora ninguém faz", disse Ciro na entrevista.

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Presidente do PT usa música de Chico Buarque para explicar críticas de Ciro

As declarações ocorrem logo depois do PSB se preparar para oficializar na terça-feira que apoiará a pré-candidatura de Dilma Rousseff à Presidência.

Questionado sobre as declarações do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) de que o presidente Lula "navega na maionese" o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, limitou-se a cantarolar a música "gota d'água", de Chico Buarque.

A canção trata de mágoa e diz, em seu refrão:

"Deixe em paz meu coração,
Que ele é um pote até aqui de mágoa,
E qualquer desatenção, faça não,
Pode ser a gota d'água".

Dutra se refere à provável mágoa que Ciro teria de seu partido, o PSB, que praticamente sepultou as chances de o deputado sair como candidato à Presidência da República.

Patrícia Amorim explica mudanças
e fala em mais profissionalismo no Fla

Vida nova no Flamengo. Nesta sexta-feira, no CT Ninho do Urubu, em Vargem Grande, na Zona Oeste da cidade, a presidente do clube, Patrícia Amorim, explicou as demissões de Andrade (treinador), Marcos Braz (vice de futebol) e Eduardo Manhaes (diretor de futebol) e avisou que o Rubro-Negro, a partir de agora, terá uma nova filosofia de trabalho.

“A questão agora não é ser linha dura, mas resgatar o trabalho sério, coeso e com pessoas comprometidas. Não consegui implantar a filosofia que eu queria, mas agora vou implantar. Tive coragem para mudar”, disse Patrícia Amorim, acrescentando.

“Não tinha tranquilidade no futebol. Eu precisava de uma resposta política e procurei a hora certa. Espero ter mais abertura para cobrar. Não vai ser eu venci, mas nós vencemos”, emendou a presidente.

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Apesar de Andrade ter sido demitido, Patrícia Amorim ainda quer uma nova conversa com o treinador. Existe a possibilidade de ele retornar ao Flamengo numa nova função dentro da comissão técnica.

Sobre o novo treinador, ele deverá ser anunciado somente neste sábado. Segundo Patrícia Amorim, quatro nomes estão na pauta, mas ela não deu qualquer dica. Já o vice-presidente do clube, Hélio Ferraz, por enquanto, acumula as funções de vice de futebol e diretor de futebol.
“Talvez tenha faltado comando. As coisas ficaram insustentáveis. Causava desconforto desta maneira. Ainda não tem treinador e nem vice. Estava preocupada com quem estava saindo. As pessoas entraram pela porta da frente e foram embora da mesma maneira e com o Flamengo classificado”, encerrou a presidente, referindo-se ao duelo com o Corinthians, pelas oitavas de final da Libertadores.

Neocandidato ao governo, Mercadante
sofre para encontrar vice em São Paulo
Pré-candidato ao governo de São Paulo, senador tem apoio de Lula

Até março, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acreditou que o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) seria seu candidato ao governo de São Paulo. Não deu certo. O PT cogitou a ex-prefeita Marta Suplicy. Ela quis o Senado. Até que, há poucas semanas, o partido escalou Aloizio Mercadante, batido na votação de 2006, para dar palanque à presidenciável Dilma Rousseff. A demora da definição, no entanto, faz o parlamentar iniciar a campanha neste sábado (24) sem vice nem leque de aliados garantidos.

Mercadante começa oficialmente sua segunda tentativa de chegar ao Palácio dos Bandeirantes em um evento no Sindicato dos Bancários, na capital paulista. Ali estarão Lula, com 76% de apoio popular, Dilma, segunda colocada nas pesquisas de intenção de voto para o Palácio do Planalto, e Marta, líder nas sondagens por uma das duas vagas paulistas em disputa no Senado. Se no plano nacional o PT agregou aliados centristas, em São Paulo está limitado ao que sempre teve.

O palanque do senador, que enfrentará o tucano e ex-governador Geraldo Alckmin, líder em todas as pesquisas, deve abrigar dirigentes de centrais sindicais, líderes de movimentos sociais e petistas proeminentes, mas poucos aliados que dariam ao parlamentar mais votado da história do Brasil mais tempo de propaganda gratuita na TV. Muitos desses, em especial o PMDB paulista, já fecharam questão em torno dos tucanos, estimulados pelo presidenciável e ex-governador José Serra (PSDB).

As pesquisas mais recentes indicam 53% de intenção de voto para Alckmin e apenas 13% para Mercadante. Antes de desistir de sua pré-candidatura, o senador Eduardo Suplicy tinha resultado melhor contra o tucano: chegou a 19% contra 49% do ex-secretário do Desenvolvimento do governo Serra.

Por conta disso, um candidato a vice para o senador é artigo raro entre os principais quadros políticos de São Paulo. O vice dos sonhos dos petistas é do PDT: o prefeito de Campinas, Dr. Hélio. Às vésperas do prazo de desincompatibilização, no início de abril, o senador reuniu-se com o prefeito para convidá-lo a integrar sua chapa como vice. O pedetista disse que não trocaria dois anos na prefeitura por uma candidatura incerta, em uma eleição que hoje seria vencida pelos tucanos já no primeiro turno.

Dentro do PDT, o nome mais forte para a vice de Mercadante é o do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, que em seu mandato como deputado federal sofreu com denúncias de corrupção. Por conta disso, membros de outros partidos se interessam pela possibilidade de emplacar um nome na chapa estadual, mas o PT sinalizou que prefere se integrar com a sigla que tem mais peso no tempo de TV.

Os outros potenciais aliados do PT não têm representação na Assembleia Legislativa – critério para concessão de tempo de propaganda gratuita – ou contam somente com um ou dois parlamentares, o que viabiliza poucos segundos a mais de tempo. Alckmin se aliará a partidos com considerável número de assentos na Casa, como Democratas, PMDB e PTB.

Médios e nanicos
“Já consolidamos o apoio, além do PDT, de PR, PRB e PTL. Avançamos nas sondagens com PC do B e com PTN, PT do B, PSL. Estamos conversando com PHS, PSC, PSDC, PRTB”, disse ao UOL Notícias o presidente do PT paulista, Edinho Silva. No início de fevereiro, ele disse que Ciro teria em torno de si uma aliança composta por nove partidos, incluindo o PTB, que se afastou de Mercadante, e o PSB.

O partido de Ciro, que rifou a candidatura do deputado à Presidência da República para apoiar Dilma, também pode ficar fora da aliança em torno do senador petista. A sigla cogita lançar a candidatura do presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf. “Não fechamos vaga de vice nem de suplentes ao Senado porque as negociações ainda estão abertas”, disse Edinho.

Nas últimas semanas, ganharam força o nome de dois pré-candidatos ao Senado como companheiros de chapa de Mercadante: o cantor e apresentador Netinho de Paula (PC do B) e o vereador Gabriel Chalita (PSB), que, se indicado, teria o constrangimento de subir no palanque adversário de Alckmin, seu mentor político e ex-chefe no período em que foi secretário da Educação de São Paulo.

“Só vamos decidir vice e vagas de suplente no Senado em maio. Todos esses são bons nomes, mas isso são os candidatos [Mercadante e Marta] que vão definir. Com o PSB só vamos conversar quando eles definirem 100% se terão candidato ao governo ou não”, afirmou o presidente do PT paulista. “Esse tempo não vai atrapalhar porque a composição vai se acertando com o tempo e com a perspectiva da campanha nacional melhorando, como está acontecendo.”

Joel aparece no Botafogo, mas não dá
treino e destino deverá ser mesmo o Fla

Ao que parece Joel Santana está mesmo trocando o Botafogo pelo Flamengo. Na manhã deste sábado, em General Severiano, o treinador apareceu no clube, mas não comandou o treinamento.

Ele teve apenas uma conversa com os jogadores e dirigentes dentro do vestiário, praticamente dando um adeus.

A reunião foi antes de começar o treino. Depois, por apenas cerca de 25 minutos, os jogadores realizaram o tradicional rachão (sempre nas vésperas dos jogos) e foram comandados pelo auxiliar técnico Jair Ventura.

A assessoria de imprensa do Botafogo informou que não haverá qualquer coletiva para confirmar a provável saída de Joel Santana. Tudo será divulgado no site oficial do clube.
Porém, o presidente do Botafogo, Maurício Assumpção, perguntado sobre a permanência do treinador, deu a seguinte resposta, já praticamente confirmando a sua ida para o Flamengo. “Pergunta para ele (Joel Santana)”, limitou-se.

Para Fahel, que atuando como zagueiro cresceu desde a chegada de Joel Santana, a saída do treinador, neste momento, seria muito ruim para os jogadores.

“Nós (atletas) conversamos exatamente sobre isso. A saída de um técnic o nunca é boa, mesmo nos momentos de dificuldade. O Joel sabe que queremos a sua permanência. A diretoria está fazendo o possível para ele ficar”, comentou o volante.



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CAMPOS DOS GOYTACAZES

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