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quinta-feira, 20 de maio de 2010

o que o brasileiro paga de tributos


fotos: artur gomes - olhares eco
urbanos

Brasileiro trabalha até dia 28 apenas para pagar tributos

MARCOS CÉZARI http://www.uol.com.br/

Os brasileiros terão de trabalhar até a sexta-feira da próxima semana, dia 28 deste mês, apenas para cumprir suas obrigações tributárias com os fiscos federal, estaduais e municipais. Serão 148 dias de trabalho no ano, um dia a mais do que os trabalhados em 2009 e o mesmo número de 2008.

O cálculo faz parte do estudo sobre os dias trabalhados para pagar tributos, divulgado ontem pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário). Segundo o estudo, hoje os brasileiros trabalham quase o dobro do que trabalhavam na década de 1970 (76 dias) apenas para os fiscos.

Consumidores pagam 45% de impostos em nova TV para a CopaArrecadação fecha em R$ 70,9 bi em abril, recorde para o mêsCarga tributária caiu para 33,8% em 2009, a menor dos últimos anos, diz Mantega

Os brasileiros estão entre os que mais pagam tributos no mundo, perdendo apenas para os suecos (185 dias) e os franceses (149 dias). Os espanhóis (137), os norte-americanos (102), os argentinos (97), os chilenos (92) e os mexicanos (91) trabalham menos do que os brasileiros.
Com base no estudo, o IBPT diz que 40,54% da renda bruta dos contribuintes estará comprometida neste ano com tributos.

Nesses 148 dias, os três fiscos arrecadarão quase R$ 500 bilhões --ontem, o Impostômetro (painel na capital paulista que registra, em tempo real, a carga tributária no país) já marcava mais de R$ 460 bilhões.

Os 148 dias foram calculados para o rendimento médio mensal. Para a baixa renda (até R$ 3.000), são 141 dias trabalho (de 1º de janeiro até hoje). Para a média renda (R$ 3.000 a R$ 10 mil), são 157 dias, ou seja, até 6 de junho. Para a renda alta (mais de R$ 10 mil), serão 152 dias -até 1º de junho.

O IBPT também calculou quanto os brasileiros comprometeram de sua renda bruta para pagar tributos sobre a renda, o patrimônio e o consumo. Na média, 40,54% da renda de cada cidadão estará comprometida neste ano com os três níveis de governo. Em 2009, foram 40,15%, e, em 2008, 40,51%.



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Mulheres vítimas de violência
doméstica têm acolhimento em apenas
2,7% dos municípios, diz IBGE

Leia também:
Assistência social ganha cada vez mais importância nas prefeituras brasileiras, constata IBGE
Programas para famílias e idosos são os serviços assistenciais mais comuns nas prefeituras
Quase metade das primeiras-damas que atuam na área social tem nível superior

Apesar de 98,6% dos municípios brasileiros declararem, em 2009, possuir algum serviço assistencial à população, grupos mais vulneráveis ainda sofrem com o descaso. As mulheres vítimas de violência doméstica, por exemplo, encontram abrigos institucionais em somente 2,7% das cidades brasileiras. O dado consta no suplemento de Assistência Social da Pesquisa de Informações Básicas Municipais -- Minic 2009 --, realizado pelo IBGE em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Segundo o levantamento divulgado nesta sexta-feira (21), apenas 130 municípios possuíam abrigos para mulheres, sendo 88 públicos e 63 conveniados. Outro dado preocupante é que Roraima, Amapá e Distrito Federal não possuíam um único centro para acolher estas mulheres. Mesmo com a ausência do Distrito Federal, a região Centro-Oeste foi a que registrou maior percentual de municípios com abrigos destinados para este fim, seguida pelo Sudeste. Já no Nordeste, apenas 0,8% dos municípios tinham abrigos para mulheres.
A oferta deste tipo de serviço é bastante desigual de acordo com o tamanho das cidades. O estudo, que apresenta um retrato da política de assistência social nos municípios, aponta a existência de abrigos em 72,5% das cidades com mais de 500 mil habitantes. Já em municípios com até 50 mil habitantes, o índice chegou a ser inferior a 0,6% em 2009.
Moradores de rua
Precária também é a situação dos moradores de rua. Segundo o IBGE, somente 5,2% dos municípios ofereciam serviço de acolhimento para a população que vive na rua. O cenário é ainda mais difícil na região Norte, onde menos de 1% dos municípios tinham este tipo de atendimento, bem como em cidades brasileiras com menos de 50 mil habitantes.
Ainda longe de ser ideal, o serviço de acolhimento de crianças e adolescentes era o mais popular e estava presente em 24,5% dos municípios no ano passado.
Veja o que foi divulgado sobre a primeira parte da pesquisa do IBGE
Já os idosos de 20,6% das cidades brasileiras contavam com este apoio. De acordo com o IBGE, em 2009 existiam no Brasil 1.063 abrigos para este público, em 711 municípios, sendo que 210 deles funcionavam em São Paulo. Os municípios das regiões Norte e Nordeste foram proporcionalmente os menos expressivos com relação a abrigos para idosos, 5,1% e 5,2%, respectivamente.
Financiamento
Em 2009, 87,3% dos municípios declararam receber financiamento federal e/ou estadual para desenvolver os serviços de assistência social. Desses, 97,6% tiveram cofinanciamento federal e 44,%, cofinanciamento estadual.
O repasse estadual sobe gradativamente até alcançar 100% nos municípios com mais de 500 mil habitantes. No que se refere ao cofinanciamento federal, essa modalidade alcançava os 100% dos municípios com população superior a 50 mil habitantes.
A região Sudeste foi a que apresentou a maior proporção de municípios com financiamento estadual (66,6%), seguida pelo Centro-Oeste (50,6%). A região Norte foi a que apresentou a menor proporção (19,1%).

Segundo o IBGE, em São Paulo 94% dos municípios receberam dinheiro estadual, enquanto que em Minas Gerais apenas 20,6% das cidades contaram com o repasse de verba. Sem qualquer financiamento estadual encontravam-se os Estados de Alagoas, Acre e Rondônia.
Baixa fiscalização
Ainda que o percentual de cidades que declararam oferecer serviços de assistência social seja bastante significativo, a pesquisa do IBGE revela que dois terços dos municípios (37%) não supervisionavam os serviços prestados por entidades conveniadas ao poder público, como ONGs ou entidades de assistência social.

Seleção chega a Curitiba, sai pela
Os torcedores que foram ao aeroporto Afonso Pena para ver a chegada da seleção brasileira na manhã desta sexta-feira se decepcionaram. Exceção feita a Nilmar, os jogadores não passaram pelo saguão. Pegaram o ônibus da CBF em um local restrito e seguiram para o CT do Caju sem ter qualquer contato com quem os aguardava na saída do aeroporto, localizado na região metropolitana de Curitiba.

“Queríamos conseguir pelo menos uma foto para guardar de recordação”, conformou-se Yuri Tschizik, que levou o filho Kawan, de 12 anos e santista, para tentar uma foto com os jogadores. Foram embora sem nada.
O mesmo aconteceu com Lucca Cavalheiro. O garoto de Cidade Gaúcha, situada a 560 quilômetros de Curitiba, convenceu sua mãe, Mara Portas, a acordar cedo para ir até o aeroporto. “Queria ver o Robinho e o Júlio César”, contou Lucca, santista.
Ele ficou decepcionado ao saber que apenas Nilmar havia passado pelo saguão, mais cedo. “Que horas o Nilmar chegou? Ele já está no CT, então?”.
Lucca e Kawan foram os dois primeiros torcedores com a camisa da seleção no aeroporto. Entre curiosos e pessoas que chegavam de outros voos, cerca de 100 pessoas se revezaram no local em busca de autógrafos e fotos.
O ônibus seguiu para o CT do Caju às 10h. Quando souberam que o veículo estava de saída, cerca de 20 estudantes correram mais de um quilômetro para tentar uma aproximação. Voltaram ofegantes e, no máximo, com fotos distantes do ônibus verde e amarelo.
Nilmar chegou por volta das 8h vindo de Londrina e usou um carro enviado pela CBF. Já Robinho, Júlio Baptista e Daniel Alves, que viajaram juntos de São Paulo a Curitiba, tomaram o ônibus da entidade. O auxiliar-técnico Jorginho encontrou o trio na sala de desembarque. A CBF ainda não confirmou a chegada de todos os jogadores aguardados para esta sexta-feira.
Júlio César, Maicon e Lúcio se apresentarão depois do restante do grupo. Neste sábado, o trio joga pela Internazionale de Milão a final da Liga dos Campeões, contra o Bayern de Munique, em Madri. Kleberson esteve com o Flamengo no Chile na noite passada e desembarcará mais tarde. Kaká, por sua vez, foi o primeiro jogador a se apresentar no CT do Caju. O meia do Real Madrid chegou ao local na última quinta-feira para dar prosseguimento a tratamento de lesão muscular com o fisioterapeuta Luiz Rosan.

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