fulinaíma

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Serra ataca blogosfera em encontro do partido da Dona Judith Brito

José Serra (PSDB/SP) está atordoado com o ritmo alucinado de queda nas pesquisas. Acostumado a espalhar dossiês e boatos na imprensa paulista e na TV Globo nas eleições passadas, sem contestação, está encontrando uma barreira intransponível na internet, e não consegue praticar o jogo sujo eleitoral a que sempre esteve acostumado.

Globo, Folha, Estadão e Veja, bem que tentam e fazem o que podem para ajudar o demo-tucano, mas não conseguem mais mentir sem ser desmentidos on-line, na internet. Por isso Serra, vendo que não consegue controlar o fluxo de informação, e que seus blogueiros não conseguem "formar opinião", resolveu atacar a blogosfera.

Serra acusa os outros de fazer o que ele tem fama

Serra fez as críticas em discurso, hoje, na ANJ - Associação Nacional [dos donos] de Jornais). Trata-se do Partido da Imprensa Golpista, como a própria presidente da entidade, Judith Brito, admitiu. Ela defendeu publicamente que a imprensa atue como partido de oposição, "já que a oposição estava muito fragilizada".

Hoje, Serra acusou, de forma leviana, sem sequer dar nomes, o governo Lula de financiar "blogs sujos" que "dão norte do patrulhamento" a jornalistas. Mas foi o demo-tucano, quando governador, quem comprou assinaturas em massa de jornais e revistas sem licitação, e gastou fortunas do dinheiro público com anúncios nestas publicações. Em troca de adoçar o bolso dos donos da imprensa, sempre gozou da "simpatia" dos donos dos jornais, revistas e TVs, a ponto de manterem blogs que fazem claramente campanha permanente para Serra, como Reinaldo Azevedo, Ricardo José Delgado, Augusto Nunes, Lucia Hipólito, Josias, etc.

Além dos colunistas e comentaristas. Serra afirmou, sem citar nomes, que o governo faz "patrulhamentos e perseguições sistemáticas" a jornalistas. Mas quem tem fama de fazer isso, é o próprio Serra. Já escreveram a esse respeito diversos jornalistas, como Kennedy Alencar, Luiz Nassif, Paulo Henrique Amorim, e vários outros.

A cabeça do jornalista Heródoto Barbeiro rolou da TV Cultura do governo de São Paulo, após a pergunta incômoda sobre pedágios a Serra. O demo-tucano não deu nomes para escapar de processos, mas acusou a TV Brasil: "Boa parte desta estratégia não deixa de ser alimentada por recursos públicos, como por exemplo da TV Brasil, que não foi feita para ter audiência, mas para criar empregos na área de jornalismo e servir de instrumento de poder para um partido."

Após sua palestra, Serra se recusou a responder três perguntas de jornalistas sobre a suposta falta de oposição no Brasil e sobre quais são os blogs sujos a que se referia. Serra quer controlar a imprensa, e D. Judith Brito não reclama. Serra defendeu que haja regulamentação do direito de resposta depois que o STF julgou a lei de imprensa como inconstitucional. "É uma questão que não deve ficar em aberto porque pode gerar coisa ruim em termos de censura e liberdade de imprensa."

Ora, é justamente direito de resposta, um dos tópicos que o governo Lula, o PT, mais reclama, e que o partido da D. Judith sempre disse que as críticas são de quem quer controlar a imprensa. Quando o Serra diz a mesma coisa, D. Judith se cala? Em seu discurso, Serra, após defender o direito de resposta, foi cínico: fez críticas diretas à candidata do PT, Dilma Rousseff, e ao PT pode defenderem o "controle da mídia", que segundo ele, nada mais é do que censura e restrição à liberdade de expressão.

Serra é cínico também porque a agenda do PT é de democratização das comunicações. Quanto menos monopólio, quanto mais canais de Tv e rádios, mais liberdade de expressão. O que é inaceitável são concessões de TVs, como eram feitas no passado, serem dádivas para amigos e famílias de políticos demo-tucanos

por Zé Augusto in
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/


Vox Populi confirma: pode não haver o segundo turno.

Começa a debandada nas hostes tucanas
Os fatos são importantes, mas não exigem muito texto: em um mês, Dilma continuou crescendo, passando de 41% para 45%. E Serra continuou caindo, veio de 33% para 29%. Há pouco mais de dois meses da eleição, só uma Tsunami, impede a vitória da petista, até porque Marina continua estacionada nos 8%.

Os fatores que, na nossa opinião, determinam esta ascensão de Dilma e concomitante queda de Serra, estão analisados na matéria logo aí abaixo desta. Aqui, só falta destacar que já está ocorrendo um debandada nas hostes tucanas. No Rio Grande do Sul, José Fogaça, candidato ao governo do Estado pelo PMDB e considerado aliado de Serra, admitiu que a maioria dos prefeitos de seu partido apóiam Dilma. Há três meses a situação era o inverso.

Em Pernambuco, o ex-governador Jarbas Vasconcelos (PMDB) que tenta retornar ao cargo, acusou o PSDB local de não fazer campanha para o Serra. Ocorre que o principal líder tucano no Estado é o senador Sérgio Guerra, candidato à reeleição. Ele é nada menos que presidente nacional do PSDB, mas evita falar mal de Lula, cuja popularidade ali já passou dos 80%.

O drama de Serra não é porque Dilma sobe, mas porque ele não para de cair

Se quiserem, podem chamar de eixo ideológico, ou digam que é maniqueísmo, mas dificilmente Dilma deixará de levar esta. E pela razão simples de que ela já foi assimilada como a candidata dos pobres, enquanto Serra, apesar de passar bem a imagem de bom administrador e apesar do bom desempenho diante das câmeras, não conseguiu livrar-se da pecha de candidato dos ricos. E ainda por cima falso, porque a toda hora, insinua que também é lulista. Os marqueteiros dos tucanos são o incompetentes mais bem pago do Planeta.

Sobre o IBOPE, vale repetir que é um erro analisar pesquisas isoladamente. Elas são apenas flagrantes de um momento e valem pouco se não observamos a tendência dos candidatos, ao longo de várias pesquisas. Se isso for feito, veremos que Serra que até 90 dias atrás mantinha um longo período (quase dois anos) de estabilização, em torno de 40%, a partir de junho, revelou uma tendência de queda e caiu cinco pontos.

Dilma, por seu turno, vinha num processo de crescimento acelerado. Passou de 10% para 30% entre setembro do ano passado e junho último. A partir daí, continuou crescendo, porém lentamente. Em três meses foi 38% para 43%. Na verdade, são 49%, se descontados os votos nulos, brancos e dos indecisos, o que a deixa a um passo da vitória no primeiro turno. Mas o importante é notar que sua boa vantagem revelada ontem pelo IBOP, deve-se, principalmente, à queda de Serra.

Agora vejamos para onde foram os votos (8 pontos) perdido por Serra nos últimos meses: uma parte, digamos, 5 pontos, foram para Marina que, como já dissemos inúmeras vezes neste blog, derivou seu discurso pra a direita, com o claro objetivo de garimpar votos na jazida de Serra.
Os outros três pontos foram, portanto, para Dilma. Como explicar isso? No nosso último artigo sobre e pesquisas, procuramos mostrar que uma parte dos votos de Serra estava sendo transferida diretamente para Dilma, na medida em que o eleitorado que não acompanha o noticiário político e que é a grande maioria, vai tomando conhecimento, primeiro da existência de Dilma e, na continuação, de que ela é a candidata do Lula. Antes disso, sempre que se apresentava uma lista, grande parte dos entrevistados apontava o nome do mais conhecido, no caso Serra.

Então poderiamos dizer, como querem seus adversários, que Dilma parecia não te luz própria.

Mas este fenômeno descrito acima tem pouca duração e se exaure quando o grau de conhecimento dos candidatos atinge o mesmo nível. A partir daí, o que passa a valer é o mérito efetivo do candidato, segundo a visão de cada seguimento eleitoral.

Depois desse ponto, temos o predomínio do voto ideológico, embora isso muitas vezes só empiricamente isto seja visto. Mas não e difícil notar que alta burguesia vota pensando em seus interesses, enquanto as classes média/média e média/baixa (descontados os intelectuais ou militantes de esquerda), acreditam estar votando na eficiência e na honestidade dos candidatos. Já o povão, embora individualmente sonhe com sua ascensão social (meu filho há de se doutor), no coletivo, quer mesmo é distribuição de renda.

Nem o FHC entendeu por que foi tão popular
O Tucanato, apesar de todos seus títulos acadêmicos, tem extrema dificuldade para perceber o que foi dito acima em linguagem plebéia e estão viciados num tipo de discurso que é razoavelmente adequado aos estados que hoje representam seu reduto eleitoral: de São Paulo para o Sul. E isto ocorre, justamente porque, nestes estados já predominam numericamente, no conjunto da população, os seguimentos de classe média/média e classe média/baixa.

Além disso, cegos pelo neoliberalismo que adotaram com o fervor dos cristãos novos, os tucanos sequer foram capazes de ver que a enorme popularidade de FHC (que ele a teve por um longo período) não se deve ao seu jeitinho chato e snob de professor viajado, mas ao fato elementar de que ele exterminou a inflação. E ele realmente a exterminou, às custas embora, de uma dívida estratosférica.

Com isso, obteve-se um grande alívio psicológico que acabrunhava a população e, sobretudo, houve uma distribuição de renda como há muito não ocorria no País, porque quem paga a inflação é quase que totalmente o setor assalariado. O governo e a maior parte dos capitalistas, lucram com ela.

Por isso, FHC obteve a mudança das regras e a sua reeleição. Mas, incapazes de enxergar este fato simples e explorá-lo, os marqueteiros de Serra, limitam-se a acompanhar as pesquisas de opinião com método litúrgico e a repetir conselhos óbvios do tipo: prometa que você vai resolver os problemas da Saúde, da Educação e da Segurança. Como, nesta área, os outros candidatos, até a Marina, dizem a mesma coisa, fica tudo empatado. Ou seja, o que faz a diferença mesmo é o eixo ideológico.

Dilma não perde mais. Se haverá segundo turno, depende do Plínio, o único que tira votos do PT

Dilma não perde mais, por duas razões simples que vou logo dizendo: em primeiro lugar, ela não foi brilhante, mas sobreviveu sem arranhões ao grande teste de exposição maciça e sem montagem na TV, o Jornal Nacional. Segundo, porque Serra está despencando até nos seus redutos, o Sul e parte do Sudeste.

Se haverá segundo turno, isto depende do desempenho de Plínio, o único que arranca votos, diretamente, do reduto petista. O Datafolha não registra pontuação para ele. Mas o IBOPE tinha registrado um ponto na semana passada. De qualquer forma, não houve tempo para colher os resultados de sua aparição no JN, onde se saiu muito bem, especialmente para seu público alvo, do centro-esqueda à extrema-esquerda. Ele simplesmente se solidarizou com as invasões de latifúndios. Só isso já justificaria sua candidatura.

Outro aspecto interessante é a estabilização de Marina em torno dos 10 pontos. Ela está assim há quatro meses. Apesar de forçar o discurso numa direção mais ao gosto conservador, ela não está conseguindo herdar os votos que Serra vai perdendo. Isto tem duas causas: a primeira é a falta de estrutura de seu partido, apesar da grana da Natura. A segunda, mais importante, é que ela ainda não compôs um visual adequado e não acertou o tom do discurso. É, como disse Plínio, a Polyana querendo parecer boazinha e agradar a tudo e a todos. Até, na questão ecológica suas propostas são vagas, genéricas.

O fundamental, porém, é que parece estar havendo uma transferência direta de votos de Serra para Dilma. São os votos do grupo – apontado equivocadamente nas pesquisas como “indecisos”-, mas que, na verdade, ainda não tinha se ligado na eleição. É o pessoal de renda inferior a três salários (principalmente mulheres) que, quando interrogado, citava o nome mais conhecido. Agora, Dilma tornou-se opção real de voto. E deve crescer mais, sobretudo no Nordeste e nas periferias, à medida que seu nome aparecer colado ao de Lula.

Serra é, de longe, o que possui mais traquejo na TV. Mas isso adianta pouco quando falta discurso e é exatamente isso que ele não tem. Como seus marqueteiros, com rara incompetência, ignoram o aspecto plebiscitário e ideológico destas eleições, limitam-se e a ficar de olho nas pesquisas e a recitar conselhos óbvios do tipo “agora fala da saúde, agora fala da segurança, agora fala da educação”. Não é possível que eles não percebam que todo mundo faz isso.

Os números são impressionantes: No Sudeste, onde há um mês Serra vencia (40% a 33%), esta diferença caiu pela metade, permitindo um empate técnico. No Norte e Centro-Oeste, em trinta dias, a diferença a favor de Dilma subiu de sete para dez pontos. No Sul, única região onde o tucano ainda vence, a diferença caiu de 13 para sete pontos (40% a 34%). E no Nordeste houve um estouro, fazendo com que Dilma ampliasse sua liderança de 12 para 24 pontos (49% a 25%).

francisco barreira
http://fatosnovosnovasideias.wordpress.com/perolasepilulas/


Carta dos Blogueiros Progressistas

Esta é a redação inicial do documento final do 1º Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas. Se tiver sugestões, envie e-mail para contato@baraodeitarare.org.br

“A liberdade da internet é ainda maior que a liberdade de imprensa, na medida em que a imprensa compreensiva do rádio e da televisão se define como serviço público sob regime de concessão ou permissão, ao passo que a internet se define como instância de comunicação inteiramente privada”
Ministro Ayres Britto, do STF

Em 21 e 22 de agosto de 2010, homens e mulheres de várias partes do país se reunirão em São Paulo, no Sindicato dos Engenheiros, com a finalidade de materializarem uma entidade, inicialmente abstrata, dita Blogosfera, a qual vem ganhando importância no transcurso desta década devido à influência progressiva que passou a exercer na comunicação e nos grandes debates públicos.

A Blogosfera é produto dos esforços de pessoas independentes das corporações de mídia, os blogueiros progressistas, designação que alude àqueles que, além de seus ideais humanistas, ousaram produzir o que já se tornou o primeiro meio de comunicação de massas autônomo.

Contudo, produzir um blog independente, no Brasil, ainda é um ato de heroísmo porque não existem meios sólidos de financiamento para exercer a atividade profissionalmente, ou seja, obtendo remuneração.

Em busca de soluções para as dificuldades que persistem para que a Blogosfera Progressista siga crescendo e ganhando influencia em uma comunicação de massas dominada por um oligopólio poderoso, influente e, muitas vezes, antidemocrático, os blogueiros progressistas se unem para formularem aspirações e propostas de políticas públicas e pelo estabelecimento de um marco legal regulatório que contemple as transformações pelas quais a comunicação está passando no Brasil e no mundo.

Com base nesse espírito que permeou o 1º Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, os participantes deliberaram em favor dos seguintes pontos:

I – Apoiamos o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), de iniciativa do governo federal, como forma de inclusão digital de expressiva parcela do povo brasileiro extemporaneamente alijada de um meio de comunicação de massas como a internet no limiar da segunda década do século XXI, o que é inaceitável e incompatível com os direitos fundamentais do homem à comunicação em um momento histórico em que os avanços tecnológicos nessa área já são acessíveis a qualquer cidadão de qualquer classe social nos países em estágio civilizatório mais avançado.

Apesar do apoio ao PNBL, os Blogueiros Progressistas declaram que, mesmo entendendo a iniciativa governamental como positiva, julgam que precisa de aprimoramento, pois da forma como está ainda oferece pouco para que a internet possa ser explorada em todas as suas potencialidades. A velocidade de processamento a ser oferecida à sociedade sem cobrança dos custos exorbitantes da iniciativa privada, por exemplo, precisa ser ampliada ou não realizará aquilo a que se propõe.

2 – Defendemos a regulamentação dos Artigos 220, 221 e 223 da Constituição Federal, que legislam sobre a comunicação no Brasil e, entre outras coisas, proíbem a concentração abusiva dos meios de comunicação de massa e que dispõem sobre os sistemas público, estatal e privado.

Por omissão dos Poderes Executivo e Legislativo na regulamentação da matéria e sob sugestão do eminente professor Fabio Konder Comparato, os Blogueiros Progressistas decidem mover na Justiça brasileira uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) com vistas à regulamentação das leis que determinam profundas alterações na realidade da comunicação no Brasil supra descrita e que vêm sendo solenemente ignoradas.

3 – Combatemos iniciativas que tramitam no Poder Legislativo tais como o Projeto de Lei de autoria do senador mineiro Eduardo Azeredo, iniciativa que se notabilizou pela alcunha de “AI-5 digital” e que pretende impor restrições policialescas à liberdade de expressão na rede mundial de computadores, bem como as especulações sobre o que se convencionou chamar de “pedágio na rede”, ou seja, a possibilidade de os grandes grupos de mídia poderem veicular seus conteúdos na internet com vantagens tecnológicas como capacidade e velocidade de processamento em detrimento do que for produzido pelos cidadãos comuns e pelas pequenas empresas de comunicação.

4 – Reivindicamos a elaboração de políticas públicas que incentivem a veiculação de publicidade privada e oficial remuneradas nos blogs, bem como outras formas de financiamento que efetivamente viabilizem essa forma de comunicação representada pela Blogosfera Progressista, de maneira que possa ser produzida por qualquer cidadão que disponha de competência para explorar seu potencial econômico e comercial, exatamente como fazem os meios de comunicação de massas tradicionais com amplo apoio do Estado por meio de fartas verbas públicas que, com freqüência, são repassadas sob critérios meramente políticos e que ignoram a orientação constitucional que determina pluralidade na comunicação do país.

5 – Cobramos dos Poderes Executivo e Legislativo que examinem com seriedade deliberações da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) como a da criação do imprescindível Conselho Nacional de Comunicação.

6 – Deliberamos pela instituição de um Encontro Anual dos Blogueiros progressistas, que deve ocorrer, sempre que possível, em diferentes capitais para que um número maior de unidades da Federação tenha contato com esse evento e, em algum momento, com o universo da blogosfera.

7 – Lutaremos para instituir núcleos de Apoio Jurídico aos Blogueiros Progressistas, no âmbito das tentativas de censura que vêm sofrendo sobretudo por parte da classe política e de grandes meios de comunicação de massas.

São Paulo, 22 de agosto de 2010
Altamiro Borges
Conceição Lemes
Conceição Oliveira
Diego Casaes
Eduardo Guimarães
Luis Nassif
Luiz Carlos Azenha
Paulo Henrique Amorim
Renato Rovai
Rodrigo Vianna

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