segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Debate inédito na internet entre Dilma, Serra e Marina

O jornal Folha de S.Paulo e o portal UOL promovem nesta quarta-feira (18) um debate inédito pela internet entre os três principais candidatos à Presidência Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV), às 10h30, no Tuca, teatro da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), com transmissão ao vivo pelo UOL.

Os candidatos convidados são os três mais bem colocados nas pesquisas. Na segunda-feira (16), pesquisa Ibope mostrou que a candidata do PT lidera a disputa com 43% das intenções de voto, contra 32% de Serra e 8% de Marina Silva. A última pesquisa Datafolha sobre a disputa presidencial, divulgada na sexta-feira (13), também apontou a liderança da candidata petista com 41% das intenções de voto, contra 33% do tucano e 10% de Marina.

O jornalista Fernando Rodrigues, da Folha de S.Paulo e do UOL, será o mediador do debate, que também terá transmissão de outros 14 veículos: JC Online (Recife), “O Povo” (Fortaleza), Cosmo (Campinas), Vírgula (São Paulo), Olhar Digital (São Paulo), Videolog (Rio de Janeiro), “Jornal do Comércio” (Rio Grande do Sul), Portal Imprensa (São Paulo), Congresso em Foco (Brasília), Convergência Digital (Brasília), Última Instância (São Paulo), Jus Navigandi (Teresina), Blog do Josias e Blog do Noblat.

O debate Folha/UOL terá duas horas de duração, divididas em seis blocos. Nos três primeiros blocos, os candidatos farão perguntas entre si. Pelo regulamento, todos os candidatos farão e responderão, obrigatoriamente a, no mínimo, uma pergunta cada.

No primeiro bloco, Marina começa perguntando, seguida de Dilma e depois Serra. No segundo bloco, a ordem de perguntas será Serra, Dilma e Marina. No terceiro, Dilma abre, e na sequência Marina e Serra perguntam.

Os candidatos terão um minuto para fazerem suas perguntas, cujas respostas deverão ter até dois minutos de duração. O autor da pergunta tem ainda direito a réplica de um minuto e meio, mesmo tempo da tréplica do candidato questionado.

O quarto e quinto blocos serão dedicados às perguntas enviadas em vídeo pelos internautas. Ao todo, foram selecionadas 12 perguntas pela Folha e pelo UOL, com prioridade para aquelas que tratem de temas relevantes para o País.

No quarto bloco, Dilma, Serra e Marina terão dois minutos cada para responder, nesta ordem, a duas perguntas de internautas cada um. No quinto bloco, muda somente a sequência de respostas, que será Serra, Dilma e Marina.

No último bloco os candidatos responderão a perguntas dos jornalistas Josias de Souza (Serra), Renata Lo Prete (Marina), editora da coluna Painel da Folha, e de Rodrigo Flores (Dilma), gerente-geral de notícias do UOL, respectivamente. Cada candidato terá dois minutos para responder. Em seguida, Serra, Dilma, ra e Marina, nesta ordem, terão três minutos cada para as considerações finais.

Cada candidato contará com 50 convidados na plateia, entre assessores, correligionários e outros. Ofensas pessoais e acusações que atinjam a honra e a dignidade dos postulantes não serão permitidas. Caso isso ocorra, os candidatos poderão solicitar o direito de resposta de um minuto, que será avaliado por uma comissão que avaliará a pertinência do pedido.

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Olá Artur, lindo o vídeo! É extasiante ver como sua poesia vai de alma lavada e meio que descarada perâmbulando por aí! Entre imagens líquidas dos mares e o concreto sólido das ruas e casas é irônico ver os verbos se rasgando, palavras bem salivadas se desmanchando entre os dentes e sendo estilhassadas entre faces quentes e geladas da multidão, entre ouvidos pálidos e vazios dos dias lotados e cheios mas muitas vezes sem cor e sabor!

Muito legal!

Continue destrinchando sua poesia por estes ares e mares, para os mortais dela um pouco provarem, afinal, ela é este sabor poético da vida embaralhado em palavras.... Uma linda semana para ti!

Abraço Alcinéia - Corumbataí-SP

Uau!!! Lindo demais... o vídeo Artur. adorei! rs... esse teu poema me emociona muito, sabia? Você escreveu esse poema de uma forma particularmente parecida com a que eu gosto de escrever. Muito legal isso!!!! Ainda vou retribuir seu presente à altura! rs Beijos

Jiliana Inhasz



Governo investe R$ 23 bi em 2010, maior valor em 10 anos
Leandro Kleber
Do Contas Abertas

Enquanto os principais candidatos à Presidência da República prometem mais investimentos públicos para o país, o governo federal segue aumentando as aplicações, apesar de ainda representarem pouco do Produto Interno Bruto (PIB). Nos primeiros sete meses deste ano, os órgãos federais (excluindo as estatais) desembolsaram R$ 23,5 bilhões em obras e equipamentos, valor 62% superior ao verificado no mesmo período de 2009 e recorde dos últimos 10 anos, em valores atualizados (veja tabela).

Do montante investido entre janeiro e julho, que inclui os chamados “restos a pagar” – empenhos (reservas) rolados para exercícios seguintes –, R$ 14,5 bilhões, ou 62% foram feitos via aplicações diretas, ou seja, a União liberando verba diretamente aos executores dos serviços (veja tabela).

As transferências a municípios somaram R$ 4,4 bilhões (19%), enquanto os repasses a estados e ao Distrito Federal chegaram a R$ 4,3 bilhões (18%).

O Ministério dos Transportes, que tem em sua estrutura o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), foi o órgão da Esplanada que mais investiu neste ano, R$ 6,1 bilhões. Em seguida aparece o Ministério da Defesa, que desembolsou R$ 3,6 bilhões, e o Ministério da Educação, com R$ 3,1 bilhões em investimentos.

Para a consultora de orçamento da Câmara dos Deputados Márcia Mourão, o volume recorde de investimentos registrado em 2010 é excepcional e foge do padrão verificado nos últimos anos. Segundo ela, por coincidência ou sorte, o investimento máximo do atual governo será alcançado neste ano eleitoral. “Não é possível afirmar que há relação com o ano eleitoral, no qual as regras de investimentos mudam [empenhos não podem ser feitos três meses antes do pleito]. O fato é que os investimentos são excepcionais”, afirma.

Márcia acredita que a Secretaria do Tesouro Nacional está fazendo um esforço para aumentar os investimentos em detrimento dos gastos de custeio, que também crescem em ritmo acelerado desde 2004. “O governo tem conseguido aumentar os pagamentos. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no qual as aplicações podem ser abatidas do superávit, ajuda nisso. Há uma carteira de projetos maior. Antigamente, se cortava investimentos para ajustar o orçamento. Hoje, isso não acontece mais”, acredita.

Quanto ao volume significativo de empenhos – que acabam gerando um estoque de “restos a pagar excessivo” quando não pagos –, a consultora considera positivo, mas faz uma ressalva. “Não é bom ter restos a pagar em excesso, pois concorrem com o orçamento do ano. O empenho é um potencial para se investir muito, mas impossível de ser plenamente realizado. O acúmulo de restos a pagar não é bom para o sistema de planejamento do governo”, avalia.

Ela lembra que isso é reflexo do atual modelo orçamentário brasileiro. “O investimento não obedece ao calendário anual. Investimentos em portos e aeroportos, por exemplo, não acabam em um ano. É natural, portanto, que uma obra comece em um ano e acabe no exercício seguinte. Uma ideia discutida no governo é tornar o orçamento de investimentos plurianual, ao invés de anual”, diz.

O valor previsto no Orçamento Geral da União 2010 para investimentos é de R$ 69 bilhões.


Saiba como será o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão

Saiba como será o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão
Do UOL Eleições http://www.uol.com.br/

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão divulgará mais de 20 mil candidatos que disputarão as eleições de 3 de outubro a partir desta terça-feira (17) e, para o primeiro turno, irá ao ar até 30 de setembro. Serão dois blocos de 50 minutos, de segunda-feira a sábado, iniciados às 7h e 12h no rádio e às 13h e 20h30 na televisão (horário de Brasília).

Também passarão a ser exibidos 30 minutos diários - seis para cada cargo - divididos em inserções de até 60 segundos ao longo da programação das emissoras, entre 8h e 24h. As inserções também serão transmitidas aos domingos, dia em que não haverá os dois grandes blocos no rádio e na televisão.

A divisão do tempo de rádio e televisão leva em conta os cargos em disputa - Presidência da República, governos estaduais e vagas parlamentares. Às segundas, quartas e sextas-feiras, serão veiculadas as divulgações de candidatos a governador por 18 minutos. Depois, vêm os programas de deputados estaduais (distritais no caso do Distrito Federal), por 17 minutos. Por fim, os postulantes ao Senado terão 15 minutos.

Às terças, quintas-feiras e sábados serão veiculadas as propaganda de candidatos à Presidência da República, por 25 minutos. Em seguida, virão as de deputados federais, por 25 minutos. O tempo para cada coligação é dividido conforme a representação desses partidos na Câmara dos Deputados ou na Assembleia Legislativa.

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) determinou a seguinte divisão do tempo de propaganda entre os principais candidatos a presidente da República: 10 minutos e 38 segundo destinados à “Para o Brasil seguir mudando”, de Dilma Rousseff (PT), sete minutos e 18 segundos para "O Brasil Pode Mais", de José Serra (PSDB), um minuto e 23 segundos para o Partido Verde, de Marina Silva.

Plínio Arruda Sampaio (PSOL) terá um minuto e um segundo. Rui Costa Pimenta (PCO), Maria (PSTU), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Ivan Pinheiro (PCB) contarão com 55 segundos cada.

Nas inserções o critério é o mesmo. De acordo com a distribuição feita pelo TSE, Dilma terá o maior tempo diário: dois minutos e 33 segundos. Serra terá um minuto e 45 segundos. Marina ficará com 19 segundos e Plínio, com 14. Sem representação no Congresso, Pimenta, Zé Maria, Eymael, Fidélix e Pinheiro terão 13 segundos cada.

Normas e proibições
A propaganda deverá utilizar a Libras (Linguagem Brasileira de Sinais) ou o recurso de legenda. No horário, não é permitida a utilização comercial, ainda que disfarçada ou subliminar. Também é proibida a degradação ou a ridicularização de candidatos. A infração dessa regra pode gerar suspensão da transmissão do próximo programa. É proibida a montagem, trucagem ou técnicas de áudio ou vídeo.

O candidato à Presidência que se sentir ofendido no horário eleitoral encaminhará pedido de direito de resposta ao TSE no prazo de 24 horas após a exibição do programa. Postulantes a outros cargos devem encaminhar a solicitação do seu TRE (Tribunal Regional Eleitoral). O pedido deve mostrar o trecho considerado ofensivo ou inverídico.

São obrigadas a veicular a propaganda eleitoral as emissoras de rádio, inclusive as rádios comunitárias; as emissoras de televisão que operam em VHF e UHF e os canais de televisão por assinatura sob a responsabilidade do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, das Assembleias Legislativas e da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Caso haja segundo turno em 31 de outubro, a propaganda eleitoral gratuita pode começar a partir das 48 horas da proclamação dos resultados do primeiro turno, sendo o dia 16 de outubro a data limite para o início.


Revista Época e mais uma tentativa de salvar a disputa quase perdida para Serra

Pode até parecer que não, mas há uma interrelação intrínseca entre a divulgação dos resultados das pesquisas eleitorais e o lançamento de matérias na imprensa.

A pesquisa Datafolha, ícone da resistência midiática a popularidade da candidatura governista, apresentando pela primeirva vez Dilma Roussef a frente de José Serra, resultou em uma imediata campanha política da Globo, via revista Época, confeccionando uma capa com o firme propósito de aterrorizar o eleitor ainda indeciso ou mesmo aqueles que ainda podem mudar seu voto.
A estratégia da Época e seus consortes parece ser a de lançar dúvidas e temores em um momento crucial da campanha: o início da propaganda no rádio e na TV. Servindo, claro, de material para ser explorado nas imagens da oposição na TV e em material impresso, fartamente distribuído pelas ruas.

Engana-se quem pensa que a revista acrescenta algo novo, qualquer informação relevante ou algum grande achado histórico, agora revelado. Nada disso é identificado, mas apenas informações requentadas, já amplamente divulgadas. Pior, a personagem da capa não foi sequer ouvida pela revista. Fatos que ela diz não ter mais o que acrescentar.

A capa tem objetivos claramente eleitorais e se configura em prova cabal da má fé de Época e Globo, que, não conseguindo alterar o cenário que se apresenta, tentam de todos os modos nivelar, por baixo, a disputa presidencial. Sórdido exemplo de que, insucesso de Bonner em tirar a vantagem de Dilma no JN, quem sabe uma revista pendurada em milhares de bancas de jornal de centenas de cidades a semana inteira, vinculada a propaganda eleitoral que se inicia na terça-feira, possa sutir algum efeito?

O passado dos convertidos aos interesses conservadores não os "condena"
Exemplo maior de tamanha parcialidade e jogada política é o fato de que Serra, militante da AP (ação Popular) e alguns de seus aliados, como o Gabeira (neo-tucano-verde) também terem participado de organizações políticas contrárias a ditadura militar, fatos elogiávies a biografia de ambos.

Mas, porque Época ou Veja não confeccionam capas com chamadas idênticas para investigar seus passados de luta contra a ditadura? Porque se converteram, a algum tempo, aos ideais políticos mais conservadores e atrasados desse país, são destras figuras expoentes, logo poupados de se desgastarem relembrando atos que participaram e acreditavam e que "o povo não precisa tomar conhecimento ou questionar a respeito".

Alguns exageram e vão além, constituindo provas de lealdade e conversão radical aos novos aliados, caso de Gabeira: que renega à sua própria pessoa e se transfigura no Ex-Gabeira, como bem ilustrado

Claudio Ribeiro
http://palavras-diversas.blogspot.com/

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CAMPOS DOS GOYTACAZES

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