quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Cristina Kirchner: O acerto de contas com o passado



Cristina Kirchner: O acerto de contas com o passado nebuloso dos barões da imprensa argentina
A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner e seu governo deram um exemplo de altivez, coragem política e senso de justiça e acerto de contas com o passado.

Kirchner resolveu enfrentar o maior grupo de comunicação do país, Grupo Clarín, algo como enfrentar a Organziações Globo no Brasil. Isso não é pouco, após bem sucedida ação parlamentar que criou a Ley de Medios, que possibilita a regulação para o setor em bases claras e equilibradas, democratização, amplitude de alcance e permissão para publicidade para as rádios comunitárias, entre outras ações.
Pois bem, o governo argentino partiu para o ataque e, munido de um dossiê de cerca de 20 mil páginas acusa a apropriação indébita da empresa fornecedora de celulose, Papel Prensa, por parte do Clarín e do La Nación durante o período de ditadura, além da participação desses grupos de comunicação em crimes durante o regime militar, quando também agiram em sociedade com o regime autoritário no controle social da população argentina, através de seus editoriais partidários da pró-ditadura.

Leia a íntegra: http://palavras-diversas.blogspot.com/

Para Financial Times, Dilma deve ter vitória "retumbante" nas eleições

Fernando Taquari
Do Valor Em São Paulo

O site do jornal inglês Financial Times publicou na noite de ontem um pequeno artigo em que diz ser difícil imaginar um resultado diferente nestas eleições presidenciais do que uma vitória "retumbante" de Dilma Rousseff (PT).

Apesar da observação, o artigo se dedica mais a analisar as estratégias de campanha adotadas pelo candidato do PSDB, José Serra. O texto ressaltou que o tucano liderou as pesquisas até o mês passado, quando foi ultrapassado pela petista.

Para o Financial Times, a campanha tucana está caótica e praticamente baseada apenas nos avanços na área de saúde, promovidos por Serra enquanto ele ocupou os cargos de ministro, prefeito da capital paulista e governador de São Paulo. Conforme o artigo, o candidato do PSDB também teria garantido grande espaço na mídia ao acusar o presidente da Bolívia, Evo Morales, de facilitar a entrada de drogas no Brasil, além de relacionar o PT com as Forças Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Ao relembrar as críticas de Serra, o Financial Times observa que elas não tem nada a ver com o programa de governo tucano. "Ele deveria continuar a reforma do estado iniciada na década de 90 por Fernando Henrique Cardoso. Ao invés disso, Serra permitiu que Dilma se posicionasse como a campeão da ortodoxia e da responsabilidade fiscal", disse o texto.


CPI da Corrupção do DF indicia Arruda, Roriz e mais 20 por desvio de dinheiro público

FILIPE COUTINHO DE BRASÍLIA direto do http://www.uol.com.br/

A CPI da Corrupção do DF aprovou nesta quarta-feira relatório final que pede os indiciamentos de 22 pessoas, incluindo o ex-governador José Roberto Arruda (sem partido) e o candidato ao governo Joaquim Roriz (PSC), pelo esquema de cobrança de propina e compra de deputados conhecido como mensalão do DEM.

CPI da Corrupção diz que campanha de Roriz foi financiada com dinheiro público

No total, a CPI aponta a prática de 17 crimes, como corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

"Nos governos de Joaquim Roriz e Arruda as regras foram invertidas e dispensava-se a licitação para facilitar a atuação dos grupos criminosos", diz o relatório do deputado Paulo Tadeu (PT).
"Embora Arruda seja o símbolo, Roriz foi muito mais pródigo nos contratos sem licitação. A podridão do governo Arruda saiu das entranhas do governo Roriz", afirma o relatório.

Numa votação rápida, o texto foi aprovado por unanimidade pelos quatro deputados distritais que participaram da sessão na Câmara Legislativa do DF. Três eram aliados do ex-governador José Roberto Arruda (sem partido), apontado pelo relatório como "gestor de esquema nefasto de corrupção".

Entre os que votaram a favor dos indiciamentos, está o deputado distrital Raimundo Ribeiro (PSDB), que apoia Roriz.

A CPI estava parada há dois meses e o relatório final será encaminhado para Polícia Federal, Ministério Público e Superior Tribunal de Justiça. O relatório pede ainda que se aprofundem as investigações contra as 22 pessoas indiciadas e 36 empresas.

O relatório diz que o esquema começou no governo de Joaquim Roriz (PSC), antecessor de Arruda e agora candidato a governador. Foram dez anos de desvio, iniciando-se em 1999 e durando até a operação Caixa de Pandora, segundo o documento.

De acordo com o documento, o "orçamento da Caixa de Pandora", ou seja, quanto o governo gastou em contratos suspeitos, soma R$ 4,2 bilhões desde o governo Roriz.

A CPI sugere ainda o desdobramento das investigações em outras três frentes, sobre o pagamento de propinas em contratos de limpeza urbana, programas de isenção fiscal e na aprovação do Plano Diretor que impulsionou o mercado imobiliário brasiliense.

Os seis deputados distritais investigados pela Polícia Federal foram poupados pela CPI. "Não foram encontrados indícios de que qualquer deputado desta Casa recebeu propina", disse Paulo Tadeu.

Segundo o coordenador da campanha de Roriz, Paulo Fona, o relatório é uma "jogada política". "Isso vem de um deputado do PT. A CPI ficou parada meses e agora aparece o relatório às vésperas da eleição. Como é que ele se esquece de dizer que os contratos do Instituto de Candango de Solidariedade começou no governo do PT?", disse.

De acordo com o assessor de Roriz, as contas da campanha de 2002 já foram investigadas. "Isso é uma mentira [que houve dinheiro público]. Isso já foi investigado e não houve nenhuma comprovação. isso é requentado", afirmou.



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