terça-feira, 28 de setembro de 2010

DILMA É GARANTIA PARA O POVO

Reconstruindo o Brasil com o seu voto.

1) Um compromisso - Dilma é mais que uma candidatura. É compromisso de todos e de cada um em aprofundar o rompimento com a forma de fazer política dos governos conservadores anteriores ao Lula (tucanos neoliberais ou democratas carcomidos). Que ao longo da nossa história, por incompetência ou pura conveniência, nada fizeram para reverter este quadro de constante crise social, falta de desenvolvimento, descaso com a educação e saúde e outras tantas situações calamitosas com as quais convivíamos até a nos pareciam inevitáveis. A eleição de Dilma representa o aprofundamento de uma democracia real e efetiva em nosso país, centrada nos interesses da maioria do povo brasileiro. Os trabalhadores, maioria do povo brasileiro, nunca foram parte, como sujeitos, do discurso conservador. Pelo contrário, repetidamente, os conservadores desqualificam a competência política dos trabalhodores. Mais um blefe desmentido, na prática, pelo Governo Lula.

2) Com o povo - Dilma, com sua experiência, política e administrativa, já demonstrada durante o Governo do Presidente Lula, será a garantia de continuidade e aprimoramento do desenvolvimento econômico, político e social que estamos vivendo. Que é fruto da nova direção dada ao Estado Brasileiro, agora, de fato, voltado para a totalidade de seu povo e, não, apenas para a elite de sempre, predadora e insensível. Graças à preocupação com o social, que sempre orientou esse Governo cuja continuação Dilma representa, entre tantos outros aspectos favoráveis, uma parcela enorme de nosso povo foi retirada da situação de miséria quase absoluta e outra não menos significativa saiu do patamar da pobreza. Cresceu o emprego com carteira assinada, surgiu movimento cultural preocupado com os dramas e alegrias do Brasil, iniciou-se política internacional independente, solidária, rompendo com tradição conservadora de olhar o mundo, e se portaram diante dele, como devedores subalternos, em tudo, das nações do primeiro mundo.

3) O petróleo é nosso - Torna-se evidente que esta eleição envolve mais do que a escolha presidencial. Está em jogo, diante da já sabida ameaça de crise energética mundial, a questão da exploração da reserva petrolífera do pré-sal, alvo notório de interesses internacionais. A ninguém é dado desconhecer que a descoberta dessa imensa riqueza deveu-se exclusivamente ao esforço do povo brasileiro, através da nossa Petrobrás. Empresa que, caso houvesse vingado a política entreguista e de desmantelamento do Estado, patrocinada pelos conservadores (democratas e tucanos), não mais existiria ou não existiria para nós. A Mídia brasileira e norte-americana se somam para repor no governo os mesmos que, a mando de fora, privatizaram, sem necessidade, setores, estratégicos, da nossa economia, como a telefonia, a energia elétrica, a petroquímica, a siderurgia, a mineração, portos e ferrovias etc. Enfraquecendo o Estado, reconhecidamente, o único mecanismo de que, de fato, se dispõe, não só aqui, como no mundo, para promover o desenvolvimento dos povos. Passamos ao largo da crise imobiliária e de ativos, que vem balançando o globo, quase que exclusivamente pela restante capacidade de investimento que nos sobrou da sanha privatista dos neoconservadores (Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil e do BNDS)

4) Brava gente brasileira - Dilma significa a retomada do Brasil, para seu povo, processo iniciado pela bravura e compromisso do governo popular de Lula e dos partidos progressistas que o apóiam. Eleger Dilma é garantir que é passado a política conservadora que, com sua arrogância, quase quebrou o Brasil. José Serra seria uma sucessão de FHC, como Dilma, será a de Lula. Se José Serra, participante ativo, ministro do primeiro escalão, nunca fez nem esboçou a menor vontade de fazer o que promete fazer agora, por que haveria de fazer depois de eleito? O que se vê da parte de José Serra é apenas uma tentativa de passar um atestado de bobo para o povo brasileiro. Ele esconde a sua participação e responsabilidade no catastrófico governo FHC e não consegue mostrar algo positivo em seu recente Governo de São Paulo. Pelo contrário, o que se vê, em São Paulo, é a manutenção e o agravamento, sob o seu governo, de problemas crônicos e repetitivos nesse grandioso Estado da Federação (enchentes, insegurança pública, ensino público abandonado etc).

5) Olho vivo - Dilma é a garantia que o povo brasileiro, que os trabalhadores brasileiros, continuarão conduzindo a transformação do Brasil, não deixando que o país volte às mãos daqueles que tudo fizeram para que esta transformação nunca ocorresse. Um governo Dilma é a consolidação da derrota da forma conservadora de fazer política. Que não vacila em lançar mão cada vez mais até mesmo da pura e simples difamação dos candidatos progressistas. Gente que, no governo FHC, tão recheado de denúncias, nunca se mexeu no sentido da apuração e tudo fizeram para que ela não acontecesse. E que, agora, destorcem os fatos, pisam a verdade e vão contra a própria realidade. Felizmente, uma realidade nova, muito diferente daquela que nos legaram. Qual? Não custa e é sempre bom lembrar: a do imenso desemprego, a da economia atirada na informalidade e, por conseguinte, na insegurança de todos, a das lojas e indústrias fechadas, a da violência galopante, a dos poucos trabalhadores mantidos em seus postos de trabalho totalmente intimidados. Por isso, amigos, eleitores, colegas, é que precisamos eleger Dilma, é que seu voto é importante. Com Dilma, adiante!

Coletivo Brasil 3000
enviado por Walter Sebastião - Minas Gerais

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