fulinaíma

sábado, 18 de setembro de 2010

E então, vamos fazer um ato no Rio de Janeiro em defesa da democracia e contra a velha mídia golpista ?

Acredito que como representantes cariocas dos blogueiros limpinhos, nós do RioBlogProg devemos também nos reunir no mesmo horário do evento de SP e fazer nosso ato em defesa da democracia e contra a atitide nefasta da velha mídia golpista.

Convoco a quem tiver tempo e engajamento de sobra (sei que são muitos) a articular esse evento.

Uma vez que esse ato esteja definido, faremos a atualização dessa postagem para divulgação.
Data: 23/09, quinta-feira, 19h

Local: a verificar, o Sindicato dos Jornalistas do RJ fica na Evaristo da Veiga, talvez fazer em frente à ABI possa ser mais representativo.

Precisamos definir isso logo pra poder avisar as autoridades!

Espalhem, pra que o maior número de estados brasileiros organizem eventos!

Segue abaixo o texto de Renato Rovai convocando para a mobilização de São Paulo:

Ato contra o PIG e pela democracia
16 de setembro de 2010 às 15:29 2 Comentários

Uma turma de blogueiros limpinhos se reuniu nesta terça-feira no mesmo bat-local de sempre, o restaurante Sujinho, na rua Consolação, e decidiu ir à luta para organizar um ato contra a baixaria nas eleições.

O nosso audaz Altamiro Borges entrou em contato com representantes do movimento social e sindical e já articulou tudo.

O ato vai acontecer na quinta-feira (23 de setembro), às 19h. O Sindicato fica no centro de São Paulo na rua Rego Freitas, 530.

Seria interessante que essa idéia se disseminasse para outros estados. Se você acha que dá para organizar algo, se mobilize e nos avise que a gente vai divulgando nos nossos blogues.

A velha mídia está atuando como partido político e tem jogado sujo para favorecer seus candidatos.

Em favor da democracia é importante que a blogosfera e o movimento social se articulem e atuem no sentido de garantir um processo eleitoral limpo.

Segue o manifesto do ato. Ajude-nos a divulgá-lo.

PS: Antes do manifesto, uma atualização. Acabo de saber que no mesmo dia o Instituto Milenium organiza um evento em Brasília com a presença de Merval Pereira e Reinaldo Azevedo. Tema: A democracia ameação, restrições à liberdade de expressão. Não poderia haver lugar mais adequado para realizá-lo do que o escolhido: O Clube Militar.

É por essas e outras que precisamos fazer atos em defesa da democracia.

CONTRA O GOLPISMO MIDIÁTICO!
Na reta final da eleição, a campanha presidencial no Brasil enveredou por um caminho perigoso. Não se discutem mais os reais problemas do Brasil, nem os programas dos candidatos para desenvolver o país e para garantir maior justiça social. Incitada pela velha mídia, o que se nota é uma onda de baixarias, de denúncias sem provas, que insiste na “presunção da culpa”, numa afronta à Constituição que fixa a “presunção da inocência”.

Como num jogo combinado, as manchetes da velha mídia viram peças de campanha no programa de TV do candidato das forças conservadoras.

Essa manipulação grosseira objetiva castrar o voto popular, e tem como objetivo secundário deslegitimar as instituições democráticas a duras penas construídas no Brasil.

A onda de baixarias, que visa forçar a ida de José Serra ao segundo turno, tende a crescer nos últimos dias da campanha. Os boatos que circulam nas redações e nos bastidores das campanhas são preocupantes e indicam que o jogo sujo vai ganhar ainda mais peso.

Conduzida pela velha mídia, que nos últimos anos se transformou em autêntico partido político conservador, essa ofensiva antidemocrática precisa ser barrada. No comando da ofensiva estão grupos de comunicação que – pelo apoio ao golpe de 64 e à ditadura militar – já mostraram seu desapreço pela democracia.

É por isso que centrais sindicais, movimentos sociais, partidos políticos e personalidades das mais variadas origens realizarão – com apoio do movimento de blogueiros progressistas – um ato em defesa da democracia.

Participe! Vamos dar um basta às baixarias da direita!
Abaixo o golpismo midiático!
Viva a Democracia!

By Sergio Telles do http://rioblogprog.blogspot.com/


Renato Rovai: Jornalismo é diferente de vejismo, folhismo e globismo

Os principais veículos da velha mídia estão dando um novo show de anti-jornalismo. Não é nada novo. Foi exatamente assim em 2006. Foi exatamente assim em muitos outros momentos recentes.

A cada dia um novo factoide é lançado.

O de hoje busca ser sempre mais escandaloso do que o de ontem.

Reputações são destroçadas a partir de relações absurdas, realizadas sem o menor critério jornalístico.

Sem que haja compromisso algum com a verdade factual.

Nesses últimos dias alguns absurdos já tornaram pessoas inocentes em bandidos midiáticos.

O caso do analista Amarante é um deles.

O funcionário público foi achincalhado em manchetes de jornais como tendo quebrado 11 vezes o sigilo de Eduardo Jorge.

Quando ele desmontou a farsa, ninguém se desculpou.

Não importa quem esteja no caminho, se é para destruir o PT e Lula vale tudo.
Jornalismo não é isso.

É legítimo que os veículos impressos de comunicação tenham posições. No caso de veículos concessionários, não.

Esses são concessões do Estado. Ou seja, de toda a sociedade. Devem ser pautados pelo equilibro e pela independência.

A Globo quando decide fazer campanha contra um candidato e a favor de outro está incorrendo num crime. Poderia ser multada e até sofrer punições.

De qualquer maneira, a diferença entre ter posição e construir uma narrativa de fim de mundo para tentar mudar o rumo de uma eleição são coisas absolutamente diferentes.

É isso que Veja, Folha e Globo, em especial esses três veículos, têm feito.

Isso tem custado caro inclusive para alguns, como este blogueiro, que acabam tendo de gastar boa parte do seu tempo desarmando bombas.

Neste momento poderíamos estar trabalhando em coisas mais interessantes. Entrevistando pessoas para discutir o modelo de desenvolvimento que queremos, quais devem ser os planos para a educação do país avançar, quais seriam as políticas necessárias para um equilíbrio regional etc.

Mas não.

É necessário trabalhar para desmoralizar a fábrica de mentiras.

Aliás, falando em mentiras e verdades, o amigo já imaginou o que aconteceria se um candidato que apoiasse a Dilma ou o Mercadante fosse preso por ser acusado de participação no PCC? Já imaginou se ele aparecesse com uma Ferraria de 1,4 milhão e seu patrimônio estimado fosse de 100 milhões sem que ele tivesse como explicar a renda.

Pois é, isso aconteceu.

A matéria de hoje da Folha de S.Paulo tratou do assunto, mas não mostrou, por exemplo, a foto desse candidato, do PSC, abraçado a um candidato a governador.

Nem citou o nome desse candidato a governador de São Paulo.

Eu também não vou fazê-lo.

Porque sinceramente acho que Alckmin não faz parte do PCC.

E porque sei que político tira foto abraçado com qualquer um.

Se fosse com a Dilma ou com o Mercadante que o sujeito estivesse abraçado, provavelmente você veria a foto na capa de todos os jornais.

E no Jornal Nacional.
Isso não é jornalismo.
É vejismo, folhismo e globismo.

Renato Rovai direto do http://www.baraodeitarare.org.br/


O que desmoraliza a imprensa
Eduardo Guimarães no Blog da Cidadania http://www.blogcidadania.com.br/

Não há como deixar de reconhecer que os fatos envolvendo a agora ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra podem até não conter ilegalidade, mas, por certo, não podem ser considerados aceitáveis para ocupantes de cargos como os que ela exerceu nos últimos anos.

Não se poderia criticar, portanto, denúncia da imprensa contra uma ministra de Estado cheia de parentes que mantêm negócios – por legais que possam ser – com empresas que, por sua vez, negociam com o mesmo Estado que ela ajudava a gerir.

O que há de errado no trabalho da imprensa é a diferença de tratamento que dá a uns e a outros. Há denúncias de que a filha de José Serra fazia o mesmo que o filho de Erenice, com o agravante de que a filha do tucano seria sócia da irmã de Daniel Dantas, indiciada criminalmente junto com ele.

Houvesse isonomia de tratamento na imprensa, que viesse tudo para fora. Nem que não sobrasse candidato nenhum dos que aí estão. Contudo, acusações dessa natureza são sempre contra um lado só, o do PT.

A imprensa deveria expor acusações a todos ou a ninguém. Detentora dessa isenção, granjearia autoridade moral para acusar.

Recentemente, a colunista da Folha de São Paulo Eliane Cantanhêde participou de bate-papo no UOL. Um jogo de cartas marcadas que pretendeu convertê-la em grande debatedora ao custo da censura da grande maioria dos desavisados que participaram da farsa.

Algumas perguntas questionadoras, porém, furaram a censura. Entre elas, sobre por que a mídia repercutiu a matéria da Veja contra o PT e não repercutiu a da Carta Capital contra o PSDB. Eliane respondeu que foi devido a “falta de credibilidade” da revista de Mino Carta.

Em um momento em que a Folha de São Paulo dá espaço a um escroque – que passou quase um ano na cadeia – para ele atacar Dilma Rousseff, por que não dar espaço à denúncia da Carta Capital e deixar que o leitor julgue se ela tem ou não credibilidade?

Já diante da apuração da Polícia Federal de que a servidora da Receita que acessou os dados do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, pretendia apenas ganhar dinheiro e não tinha motivação política, por que não dar ao fato o destaque que se deu à denúncia tucana que afirmava o contrário?

A sociedade percebe que a administração pública, tal como é no Brasil, permite essas contradições morais em administrações de todos os partidos, mas que elas só vêm a público em período eleitoral quando envolvem o PT. Em duas semanas, esta teoria se tornará fato.

Ao fim desta campanha eleitoral, não haverá mais como fugir desse debate. A desmoralização da imprensa avança em marcha batida, ameaçando retirar da sociedade um de seus mais eficientes instrumentos de controle do Estado.

Tentando manter a prerrogativa inaceitável de expor as mazelas de alguns grupos políticos e de esconder as de outros, a imprensa qualifica como ímpeto censor o que, na verdade, é pedido de tratamento isonômico a todos os grupos políticos.

Se o PT fizer novamente o presidente da República e as fortes bancadas que se prevê que fará no Congresso, não terá mais como adiar o enfrentamento dessa questão. Haverá que cobrar a imprensa publicamente para que trate todos os grupos políticos da mesma forma.

Chegamos a um ponto de deboche das instituições, no Brasil. A imprensa que temos tenta se colocar como poder acima do de Estado, acusando sem provas e favorecendo a alguns em detrimento de outros por razões claramente partidárias.

Não é possível que instituições privadas e partidarizadas continuem chantageando a classe política para que dance conforme a sua música, oferecendo como alternativa a execração pública.

Há um movimento crescente de indignação com esse estado de coisas. A recente representação do Movimento dos Sem Mídia à Justiça Eleitoral pedindo cumprimento da lei sobre o uso político de concessões públicas de rádio e tevê, recebeu apoio de milhares de cidadãos.

O Poder Judiciário não pode mais aceitar que essa farsa prossiga. Há leis que regulam o uso político de meios de comunicação. São pouquíssimos os que negam que a grande imprensa brasileira adotou uma candidatura a presidente.

Se esses meios de comunicação admitissem seu engajamento político, não seria nada. O problema é que há uma clara tentativa de ludibriarem o público, vendendo que são isentos e apartidários apesar da evidência escandalosa de que não é assim.

Talvez o paroxismo da manipulação pseudo jornalística que o país assiste venha a ser útil, no fim das contas. Fará a sociedade exigir que a imprensa assuma suas preferências políticas onde tem direito de fazê-lo, o que não inclui as concessões públicas de rádio e tevê..

E, para dar exemplo de honestidade imperativa a quem lida com informação, declaro ser eleitor do PT. E, como se vê, esta tomada clara de posição não me inabilita a manifestar opiniões ou a relatar fatos. Que a imprensa tenha a mesma coragem que eu.

Eduardo Guimarães http://www.blogcidadania.com.br/

Lindberg alcança 36% na disputa ao Senado no Rio
Portal Terra
JOÃO PEQUENO
Direto do Rio de Janeiro

Lindberg Farias, do PT, lidera pela primeira vez a disputa para o Senado no Rio de Janeiro, com 36% das intenções de voto, segundo pesquisa do Ibope divulgada nesta sexta-feira (17). Ele ultrapassou Marcelo Crivella (PRB), que tem 33%. Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, Lindberg e Crivella ainda aparecem em empate técnico.

Cesar Maia Vaia (DEM) aparece dez pontos percentuais atrás, com 23%, enquanto Jorge Picciani (PMDB) tem 20% das intenções de voto, de acordo com a pesquisa, feita com 1.806 eleitores 14 e 16 de setembro e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 30.254/2010.

Waguinho (PT do B) teve 6%, Marcelo Cerqueira (PPS), 3% e Milton Temer (PSOL) 2%. Claiton (PSTU) e Carlos Dias (PT do B) ficaram com 1%, cada.

Outros candidatos não alcançaram 1%. Votos nulos e em branco foram 23% e indecisos 35%.

Os números superam 100% porque há duas vagas para o Senado em disputa nessa eleição.

Direto do Esquerdopata http://esquerdopata.blogspot.com/


Lula:Os jornais deveriam ter que assumir "as cores do partido que defendem". "Essa gente não nos perdoa

O Presidente Lula disse ontem que "alguns jornais" não são neutros e que eles apoiam a candidatura presidencial de José Serra (PSDB). Disse que os jornais "inventam coisas" contra ele. Lula disse, durante comício da Dilma em Juiz de Fora (MG). E Dilma disse que a oposição se utiliza de "calúnias e falsidades" contra o governo.

Os jornais deveriam ter que assumir "as cores do partido que defendem". "Essa gente não nos perdoa." disse Lula

E disse ainda "quem faz oposição neste país -eles ficam doidos-, é determinado tipo de imprensa". Lula lembrou "Ah! Como inventam coisa contra o Lula", disse, acrescentando que não teria 80% de aprovação, mas "zero", se dependesse da mídia.

No dicurso do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT), candidato ao Senado, afirmou que a oposição percebe que vai perder a disputa e parte para "outros métodos", usando a imprensa como meio de propagação.

"Se não conseguem pelo voto, tentam pela calúnia e pela baixaria que plantam nos jornais", afirmou.

"Diante da eleição, aqueles que temem perder no voto utilizam de mecanismos, utilizam de calúnias e falsidades. Por isso é importante que vocês estejam atentos e percebam que isso acontece sempre 15 dias antes das eleições", disse Dilma, no palanque.
Lula está certo

A imprensa brasileira deveria seguir o manual de redação da imprensa amaricana.
Nos Estados Unidos, todos os jornais que querem assumir uma postura a favor de um candidato, devem claramente indicar o candidato no seu Editorial.

Na eleição passada, três tradicionais jornais americanos declararam apoio público ao candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama. Os editoriais do "Los Angeles Times", "Chicago Tribune" e "Washington Post" expressam sua preferência partidária.

"Agora temos uma eleição em que vamos escolher o primeiro presidente afro-americano" dizia uma frase do editorial

É evidente que aqui no Brasil os candidatos dos partidos de direita, especialmente o PSDB de José Serra recebem melhor tratamento de todos os veículos de comunicação.

Um exemplo é a revista Veja sempre ignora ou dá pouco espaço para a corrupção envolvendo o governo paulista.

O Editorial da Revista ou do Jornal serve justamente para isto: sabermos qual o enfoque daquele veículo, qual a linha de pensamento do dono do jornal e de seus editores, que assuntos mais priorizam etc. Sendo assim, nada mais justo e natural de que jornais e revistas digam claramente quem estão apoiando na campanha, para assim o leitor saber qual candidato terá mais evidência naquele veículo.

Direto do Blog http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com

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CAMPOS DOS GOYTACAZES

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