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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Fórum Social Mundial 2011 já está com inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para a 11º edição do Fórum Social Mundial 2011 (FSM). O evento, que ocorre entre os dias 6 e 11 de fevereiro, será em Dacar (Senegal), no campus da Universidade Cheikh Anta Diop. O FSM 2011 vem sendo pensado como um espaço privilegiado para onde deverão convergir experiências acumuladas a partir da edição de 2009, que ocorreu no Brasil, com vistas à superação da crise econômica global iniciada em 2008.

No primeiro dia do evento (6), ocorrerá a Marcha de Abertura. No dia 7 está prevista uma programação especial denominada “Dia da África”. No terceiro e no quarto dia do encontro serão realizadas as oficinas, seminários e palestras. No quinto dia, serão realizadas assembleias preparatórias para o fechamento do Fórum, que ocorrerá no dia 11 de fevereiro com uma grande assembleia geral.

O Comitê Organizador do FSM 2011 faz um chamado especial para pessoas que desejam ser voluntárias no evento. Além do Senegal, serão selecionadas pessoas de países vizinhos (Gâmbia, Guiné, Guiné-Conacri, Mali, Mauritânia), mas também são esperados grupos que venham da Europa, Américas e Ásia. Os interessados serão chamados prioritariamente se tiverem fluência em francês e/ou inglês. Para aqueles que não residem em Dacar, o Comitê não poderá arcar com despesas de passagem e hospedagem.

No site do evento encontra-se disponível uma lista de alguns hotéis e outros tipos de hospedagens (apartamentos mobiliados, pousadas etc). A Comissão também está negociando tarifas para grupos e identificando famílias que desejem receber participantes.

Serviço:
As inscrições para o evento devem ser feitas no site oficial do evento. Há duas modalidades de inscrição: individual e organização.

fonte: http://www.vermelho.org.br/


tucanos culpam Deus pelas enchentes em SP
Por Altamiro Borges no blog do miro

Mortes, milhares de pessoas desabrigadas, perda total de bens, congestionamentos monstruosos. São Paulo vive dias de caos e desespero. Como já virou rotina nos últimos anos, as enchentes causam tragédias humanas na unidade mais rica da federação. E, num discurso repetitivo e desonesto, os tucanos que administram o estado há 16 anos culpam Deus pela desgraceira. A chuva é obra da natureza; as inundações, não. Cabe ao poder público, que cobra tributos da sociedade, zelar pelo seu bem-estar.

Mas o PSDB não tem compromissos com a sociedade, principalmente com sua parcela mais sofrida. Ele administra para os ricos; promove cortes nos investimentos públicos na sua obsessão pelo ajuste fiscal; prioriza as obras viárias que beneficiam a doentia “civilização do automóvel”. Nos últimos anos, como denunciam vários especialistas, os governos tucanos reduziram as verbas para obras de prevenção às enchentes. Não há qualquer planejamento estratégico para enfrentar esse grave problema.

Ajuste fiscal e falta de planejamento

O demo Gilberto Kassab, cria do tucano José Serra, deixou de investir na capital paulista R$ 353 milhões nas obras de combate às inundações no período de 2006/2009. No mesmo período, a prefeitura aplicou apenas 68% da verba prevista no orçamento para as ações de canalização de córregos, serviços de drenagem e construção de piscinões. No ano retrasado, este “gestor moderno”, bem ao gosto dos tecnocratas neoliberais, rompeu os contratos com quatro empresas responsáveis pela limpeza dos “piscinões”.

Em outros municípios, principalmente na região metropolitana de São Paulo, o menosprezo é idêntico. As cidades paulistas não possuem atualmente um plano de emergência em caso de transbordamento das represas que abastecem o estado. Os recursos do governo estadual destinados ao combate às enchentes também foram contingenciados, numa ação criminosa dos tucanos. Serra e Alckmin, que ocupa pela terceira vez o Palácio dos Bandeirantes, nunca trataram o assunto como prioridade.

A cumplicidade da mídia

Segundo estudo da assessoria do PT na Assembléia Legislativa, o governo paulista investiu, em 2009, apenas R$ 151 milhões em obras de combate às enchentes; já com publicidade, José Serra garfou dos cofres públicos R$ 287 milhões. Dos 134 piscinões prometidos pelo ex-presidenciável tucano, apenas 43 foram entregues. As obras de drenagem dos rios sofrem constantes atrasos no seu cronograma e o trabalho de manutenção também está sucateado. Há muita propaganda mentirosa e pouca ação efetiva.

O falso discurso dos demotucanos, que culpam Deus pelas inundações, infelizmente é amplificado por uma parte da mídia. Apesar de sediados em São Paulo, os principais veículos de comunicação evitam discutir em profundidade as verdadeiras causas das recorrentes inundações. Na gestão da petista Marta Suplicy na capital paulista, era comum ouvir os “calunistas” das emissoras de rádio e televisão demonizando a prefeita. Agora, a culpa das enchentes é da chuva. Simples assim!

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