fulinaíma

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Rikverdies de volta a Belo Horizonte neste sábado







Localização Casa do Estudante
Av Getúlio Vargas, 85 - Funcionários
Belo Horizonte, Brazil
Mais informações Casa do Estudante - Av Getúlio Vargas, 85 - Funcionários - Belo Horizonte

para ver alguns clipes da banda clic no link abaixo:
http://www.youtube.com/user/RiverdiesOfficial





Que a única fome neste país seja a fome do saber

Pronunciamento à Nação da Presidenta da República, Dilma Rousseff

Queridas brasileiras e queridos brasileiros,

Nossos jovens estão de volta às aulas. A abertura do ano escolar é sempre uma festa de alegria, de fé e de esperança. É com esse sentimento que saúdo os estudantes, seus pais e, muito especialmente, todos os professores brasileiros.

Estou aqui para reafirmar o meu compromisso com a melhoria da educação e convocar todos os brasileiros e brasileiras para lutarmos juntos por uma educação de qualidade. Vivemos um momento especial de nossa história. O Brasil se eleva, com vigor, a um novo patamar de nação. Temos, portanto, as condições e uma imensa necessidade de darmos um grande salto na qualidade do nosso ensino. Um desafio que só será vencido se governo e sociedade se unirem de fato nesta luta, com toda a força, coragem e convicção.

Nenhuma área pode unir melhor a sociedade que a Educação. Nenhuma ferramenta é mais decisiva do que ela para superarmos a pobreza e a miséria. Nenhum espaço pode realizar melhor o presente e projetar com mais esperança o futuro do que uma sala de aula bem equipada, onde professores possam ensinar bem, e alunos possam aprender cada vez melhor. É neste caminho que temos que seguir avançando com passos largos.

É hora de investir ainda mais na formação e remuneração de professores, de ampliar o número de creches e pré-escolas em todo o país, de criar condições de estudo e permanência na escola, para superar a evasão e a repetência. E, muito especialmente, acabar com essa trágica ilusão de ver aluno passar de ano sem aprender quase nada.

É hora de fazer mais escolas técnicas, de ampliar os cursos profissionalizantes, de melhorar o ensino médio, as universidades e aprimorar os centros científicos e tecnológicos de nível superior. É hora de acelerar a inclusão digital, pois a juventude brasileira precisa incorporar, ainda mais rapidamente, os novos modos de pensar, informar e produzir que hoje se espalham por todo o Planeta. Em suma, esta é a grande hora da Educação brasileira. Isso só será possível se cada pai, cada aluno, cada professor, cada prefeito, cada governador, cada empresário, cada trabalhador tomar para si a tarefa de acompanhar, discutir, cobrar, propor e construir novos caminhos para a nossa Educação. Como Presidenta, como mãe e avó, darei tudo de mim para liderar esse grande movimento.

Queridas brasileiras e queridos brasileiros,

Pouco mais de um mês depois de assumir a Presidência, tenho algumas coisas a anunciar na Educação. Vamos lançar, ainda neste trimestre, o Programa Nacional de Acesso à Escola Técnica, o Pronatec, que, entre outras vantagens, levará ao ensino técnico a bem-sucedida experiência do ProUni.

Estamos também acelerando a implantação do Plano Nacional de Banda Larga, não só para que todas as escolas públicas tenham acesso à internet como, também, para que, no médio e longo prazos, a população pobre possa ter internet em sua casa ou no seu pequeno negócio a preço compatível com sua renda.

Informo, também, que o governo está tomando medidas para corrigir e evitar falhas no Enem e no Sisu, pois é fundamental aperfeiçoar e aumentar a credibilidade destes instrumentos, que são muito importantes na avaliação do aluno e da escola e, portanto, na melhoria da qualidade do ensino.

Para concluir, reafirmo que a luta mais obstinada do meu governo será o combate à miséria. Isso significa fortalecer a economia, ampliar o emprego e aperfeiçoar as políticas sociais. Isso significa, em especial, melhorar a qualidade do ensino, pois ninguém sai da pobreza se não tiver acesso a uma educação gratuita, contínua e de qualidade. Nenhum país, igualmente, poderá se desenvolver sem educar bem os seus jovens e capacitá-los plenamente para o emprego e para as novas necessidades criadas pela sociedade do conhecimento.

País rico é país sem pobreza. Este será o lema de arrancada do meu governo. Ele está aí para alertar permanentemente a nós, do governo, e a todos os setores da sociedade, que só realizaremos o destino de grandeza do Brasil quando acabarmos com a miséria.
Sem dúvida, essa é uma tarefa para toda uma geração. Mas nós temos determinação para realizar a parte importante que falta, para que a única fome neste país seja a fome do saber, a fome de grandeza, a fome de solidariedade e de igualdade. E para que todos os brasileiros possam fazer da educação a grande ferramenta de construção do seu sonho.

Muito obrigada e boa noite.

Leia mais em: O Esquerdopata
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Todos somos Khaled Said”: juventude lidera revolução

O setor da população egípcia composto por uma pujante juventude é o que está liderando a revolução. O Movimento Juvenil 6 de abril formou-se no ano passado em apoio aos trabalhadores têxteis em greve na cidade egípcia de Mahalla. Uma das fundadoras do movimento, Asmaa Mahfouz, que acaba de completar 26 anos, publicou um vídeo no Facebook no dia 18 de janeiro, dias depois de a revolução tunisiana ter derrubado o ditador do país. Asmaa disse: “Estou fazendo este vídeo para lhes dar uma simples mensagem. Queremos ir à Praça Tahrir dia 25 de janeiro. Iremos ali para exigir nossos direitos humanos fundamentais."

Amy Goodman - Democracy Now no sitio CartaMaior

Conheça o Democracy Now

“Em homenagem a Christoph Probst, Hans Scholl e Sophie Scholl”, diz um cartaz na parte superior do muito visitado blog do dissidente egípcio Kareem Amer. E continua: “Decapitados no dia 22 de fevereiro de 1943 por terem se atrevido a dizer não a Hitler e sim à liberdade e à justiça para todos”. O cartaz do jovem blogueiro recorda o valente grupo de ativistas antinazista que se autodenominaram Rosa Branca. Este grupo redigiu e distribuiu secretamente seis panfletos denunciando as atrocidades nazistas. Em um deles declararam: “Não nos calaremos”. Sophie e seu irmão Hans Scholl foram capturados pelos nazistas, julgados, condenados e decapitados.

Kareem Amer, que esteve quatro anos preso no Egito por escrever em seu blog, desapareceu das ruas do Cairo após abandonar a Praça Tahrir com um amigo, segundo o site cyberdissidentes.org. O grupo supõe que Amer encontre-se agora entre as centenas de jornalistas e ativistas de direitos humanos detidos pelo regime do ditador egípcio Hosni Mubarak, e acaba de lançar uma campanha para exigir sua liberação.

Kareem Amer desapareceu um pouco antes de Wael Ghonim ter sido libertado. Ghonim é um executivo do Google de 30 anos de idade que ajudou a administrar a página do Facebook que teve um papel decisivo na organização dos protestos de 25 de janeiro no Egito. A página se chama “Todos somos Khaled Said” em homenagem a um jovem assassinado pela polícia em Alexandria em junho de 2010. Uma foto do cadáver de Khaled Said apareceu na Internet.
Tinha sinais de golpes brutais na face. Ghonim viajou ao Egito para participar dos protestos, foi preso de forma secreta pelo governo egípcio durante 12 dias. O canal de televisão Dream 2 entrevistou-o após sua libertação. Na entrevista, Ghonim desmoronou e rompeu em pranto quando viu as fotos de muitos dos que foram assassinados nos protestos. “Estamos lutando por nossos direitos e por nosso país. Não sou um herói. Estava somente utilizando o teclado e a internet. Nunca coloquei minha vida em perigo. Os verdadeiros heróis são os que estão aí fora”.

A libertação de Ghonim fez com que a multidão que exige o fim do regime de 30 anos de Mubarak na Praça Tahrir aumentasse. Tahrir, que significa “libertação” em árabe, é o corpo e a alma do movimento democrático no Egito, mas não é o único lugar onde se reúne gente corajosa contrária ao regime. Enquanto escrevo esta coluna, está se instalando um novo acampamento em frente ao Parlamento egípcio e seis mil trabalhadores estão em greve no Canal de Suez. Enquanto a consolidada ditadura afirmava estar fazendo concessões, suas tropas de choque desatavam uma onda de violência, intimidação, prisões e assassinatos.

O setor da população egípcia composto por uma pujante juventude é o que está liderando a revolução. O Movimento Juvenil 6 de abril formou-se no ano passado em apoio aos trabalhadores têxteis em greve na cidade egípcia de Mahalla. Uma das fundadoras do movimento, Asmaa Mahfouz, que acaba de completar 26 anos, publicou um vídeo no Facebook no dia 18 de janeiro, dias depois de a revolução tunisiana ter derrubado o ditador do país.

Asmaa disse: “Estou fazendo este vídeo para lhes dar uma simples mensagem. Queremos ir à Praça Tahrir dia 25 de janeiro. Iremos ali para exigir nossos direitos humanos fundamentais. Simplesmente queremos nossos direitos humanos e nada mais. Eu irei à praça no dia 25 de janeiro e distribuirei panfletos nas ruas. Não vou me autoimolar. Se as forças de segurança quiserem me tocar fogo, que venham e o façam. Se te considera um homem, vem comigo no dia 25 de janeiro”.

Sua convocação para a ação foi outra chispa. Desde a internet, as pessoas começaram a se organizar nos bairros, superando a barreira digital com panfletos impressos e boca a boca. Em 25 de janeiro, primeiro dia épico do protesto, Asmaa Mahfouz publicou outra mensagem em vídeo: “O que aprendemos ontem é que somos nós que temos o poder, não os capangas armados. O poder está na unidade e não na divisão. Ontem vivemos os melhores momentos de nossas vidas”.

Na primeira semana de protestos se quebrou o que muitos denominam “a barreira do medo”. Desde o dia 28 de janeiro, quando começou a violenta ofensiva do governo, segundo a Human Rights Watch, pelo menos 302 pessoas foram assassinadas no Cairo, Alexandria e Suez.

O presidente Obama continua insistindo em que os EUA não podem escolher o líder do Egito e que cabe ao povo egípcio fazê-lo. É verdade. Mas o governo de Obama continua garantindo ajuda econômica e militar ao regime de Mubarak. O selo “Made in USA” estampado nas latas de gases lacrimogêneos utilizadas contra os manifestantes na Praça Tahrir enfureceu o povo que lá estava. Nos últimos trinta anos, os EUA gastarão bilhões de dólares para apoiar o regime de Mubarak. É preciso deter agora mesmo o fluxo de dinheiro e de armas.

Tradução: Katarina Peixoto




Festa do Lula


O ex-presidente Lula voltou a defender ontem o salário-mínimo proposto pelo Palácio do Planalto, de R$ 545. Mas negou divergências com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), que reivindica um aumento maior do que o proposto pelo governo para o piso.

Lula esclareceu que, ao criticar a posição irredutível das centrais sindicais nas negociações do piso salarial, estava apenas defendendo o acordo fechado durante sua gestão. "Eu aprendi que, quando a gente faz um acordo, se a gente cumprir é muito melhor por que a gente ganha confiança e faz outros acordos", disse Lula, em defesa da política adotada para o reajuste do mínimo que, embora tenha ganho real praticamente nulo este ano, permitirá um ganho maior no próximo ano.

Lula disse ser parte do governo Dilma Rousseff, rebateu comparações feitas às duas gestões e sinalizou que continuará em campo para articulações quando houver uma "boa causa", como um "bom soldado".

As declarações de Lula foram dadas durante as comemorações dos 31 anos do PT, ocasião em que foi anunciado presidente de honra da legenda, título que, para ele, não lhe deveria ter sido tirado ao se eleger presidente da República.

"Se a grande ofensa ou a grande desconstrução do governo Lula que querem fazer é falar bem da Dilma, eu poderei morrer feliz tranquilamente, era esse o nosso objetivo, eleger alguém que pudesse fazer mais e melhor, por que, se fosse para fazer o mesmo, eu teria pleiteado o terceiro mandato".

E acrescentou: "Eu apenas não estou no governo, mas sou governo, tanto quanto qualquer companheiro que está no governo. O sucesso da Dilma é o meu sucesso; o fracasso da Dilma é o meu fracasso". O ex-presidente afirmou ainda que sua relação política com a presidente Dilma é "indissociável" nos bons e nos maus momentos.

O mensalão, em 2005, foi lembrada por Lula, que exaltou a necessidade de o partido "ter a clareza" de quem é aliado, bem como de quem é adversário.

"E temos que ter mais clareza ainda que quando um companheiro nosso tiver problema, e a gente tiver dúvida, na dúvida a gente tem que estar com o companheiro da gente", defendeu o ex-presidente, que lembrou inclusive o clima de desconfiança à época entre os próprios petistas.

O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, também rebateu a "falsa dicotomia" entre os dois governos. "Como se isso fosse possível ou como se isso fosse crível por quem quer que seja que analise a evolução dos acontecimentos?, defendeu, citando as alianças políticas do atual governo como prova do êxito do "projeto petista".

SAIBA MAIS

O diretório nacional do PT aprovou ontem uma resolução dizendo que a defesa da personalidade política do ex-presidente Lula é fundamental para o projeto de poder do partido.

O partido afirma que espera um governo de continuidade com Dilma Rousseff. Para o PT, seu projeto está inconcluso e ela está preparada para conduzir essa segunda fase.

O diretório também defende a manutenção da política econômica de Lula. Apesar disso, o PT diz que é preciso baixar os juros e fazer uma reforma tributária. De acordo com a resolução, o PT deve ser a principal base de apoio do governo.

Sem brincadeira

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, afirmou que o Governo Federal não está brincando ao bater o pé sobre o salário-mínimo de R$ 545 e reconheceu que a disputa no Congresso pela manutenção desse valor não será fácil.

Segundo ele, o corte de R$ 50 bilhões no Orçamento da União "mostra a gravidade da situação fiscal e a seriedade do Governo" com as contas públicas. "A vida não termina no salário-mínimo", pontuou o ministro ao chegar na festa de comemoração dos 31 anos do PT. "Não faremos loucura", enfatizou.

Carvalho comparou o esforço fiscal do atual governo com o ajuste feito em 2003, primeiro ano do governo Lula. Ele disse não entender a razão pela qual as centrais sindicais endureceram tanto o discurso contra a proposta da presidente Dilma Rousseff argumentando que foram os dirigentes dessas centrais que concordaram com uma política de valorização para o mínimo.

Em seguida, fez uma crítica aos tradicionais aliados do partido: "Isso só veio por causa da proposta derrotada de R$ 600 do [José] Serra".

O ministro, destacado por Dilma para negociar com o setor sindical, argumentou que o Executivo não tratará do reajuste da tabela do Imposto de Renda enquanto o Congresso não votar o piso. "O governo não está brincando. Queremos ter seriedade agora para poder honrar nossos compromissos nos próximos quatro anos."

Projeto não dá nada a mais

"O governo não está brincando. Queremos poder honrar nossos compromissos."

Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência

O projeto de lei encaminhado ontem ao Congresso Nacional estabelece o valor de R$ 545,00 para o salário-mínimo deste ano e as diretrizes para a política de valorização do mínimo entre 2012 e 2015. Pelo texto do projeto, o governo manteve a política atual de reajuste, que leva em conta a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no ano anterior ao do reajuste mais a taxa de crescimento real do PIB, apurada pelo IBGE, nos dois anos anteriores ao do aumento.

No Artigo 4º, o projeto de lei prevê que, até o dia 31 de dezembro de 2015, o Poder Executivo deve encaminhar ao Congresso projeto de lei dispondo sobre a política de valorização do mínimo para o período compreendido entre 2016 e 2019.

O projeto de lei disciplina ainda a representação fiscal para fins penais nos casos em que houve parcelamento do crédito tributário. A inclusão desse item é um artifício usado pelo governo para enviar a proposta de reajuste do mínimo por meio de um projeto de lei.

Como já havia enviado uma medida provisória fixando o mínimo de 2011 em R$ 540,00, o governo não poderia enviar nova MP sobre o mesmo tema. Com a decisão de mudar o valor do mínimo para R$ 545,00, em razão de um INPC maior que o previsto anteriormente, a solução encontrada então foi o envio do projeto de lei, que poderá ser votado em sessão extraordinária da Câmara, uma vez que a pauta da Casa está trancada por várias MPs.

Alguns temas não podem ser tratados por MP como assuntos relacionados à tributação. Dessa forma, incluindo a questão do parcelamento do crédito tributário no projeto de lei sobre reajuste do mínimo, o governo encontrou mais uma justificativa para o envio da matéria na forma de projeto de lei. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), já anunciou mais cedo um acordo firmado com a oposição, pelo qual o projeto de lei será votado na próxima quarta-feira, sem sessão extraordinária. A ideia é fazer um amplo debate sobre o tema e colocar para votação as emendas apresentadas pela oposição, que defende um mínimo maior.

APOSTA NO RACHA

O líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA), fechou um acordo com o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT), o Paulinho da Força, e também vai apresentar uma emenda propondo um mínimo de R$ 560. A aposta do DEM é que essa proposta pode "rachar a base" e fazer com que o governo não consiga aprovar os R$ 545 que deseja.

"O que nós queremos é aumentar o salário mínimo para o trabalhador", afirmou ACM Neto. Quarta-feira, serão votadas de forma nominal as propostas de R$ 600, do PSDB, e de R$ 560, do PDT e do DEM. "O PT defende a manutenção das regras e o prosseguimento do diálogo com as centrais" Trecho da resolução do PT

PT defende os R$ 545

O Diretório Nacional do PT aprovou resolução em que apoia a manutenção da atual política de reajuste do salário-mínimo e o prosseguimento do diálogo com as centrais sindicais. Os dirigentes partidários editaram um documento específico com essa orientação. Numa segunda resolução, com 26 itens, o PT defende a reforma política, condena a judicialização da política, pede um novo marco regulatório para as comunicações e se solidariza com a luta dos povos árabes contra as ditaduras do Oriente Médio.

"O PT defende a manutenção das regras até aqui acordadas e o prosseguimento do diálogo com as centrais sindicais, para que, também nessa área, o país continue avançando". O partido afirma que o mínimo "passou a ter reajustes reais todos os anos, combinando a reposição inflacionária com o índice de crescimento do País (medido pelo PIB) de dois anos anteriores". Acrescenta que o governo Dilma defende o prosseguimento dessa regra.

A resolução sobre o mínimo teve apenas um voto contrário, do dirigente Marcos Socol, que defendeu a reabertura do diálogo com as centrais antes da votação do projeto na Câmara. A resolução principal teve o apoio dos 84 membros do Diretório.

O documento defende a realização já da reforma política, "muito além de uma mera reforma eleitoral". Sustenta que tenha conteúdo democrático e republicano e que seu objetivo seja a "radicalização da democracia política e eleitoral como caminho alternativo ao da criminalização e judicialização da política".

fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com

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