fulinaíma

segunda-feira, 28 de março de 2011

onde não está asfalto

 
dor sempre passa
casca que descasca

máscara

mas cara...

pele mascando a vida.



revidar com língua

pra fora a goma

insípida que adorna

fundos de bancos esquadrias de ônibus
e sorrisos...


entre molares

até soltares

toda rima todo gosto

e despencares
como gozo

nas calçadas em que ouso
 
mais

pisar pisar pisar:
 

Um comentário:

Rosangela disse...

De tirar o fôlego!

CAMPOS DOS GOYTACAZES

Quem sou eu

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meu coração marçal tupã sangra tupi e rock and roll meu sangue tupiniquim em corpo tupinambá samba jongo maculelê maracatu boi bumbá a veia de curumim é coca cola e guaraná