fulinaíma

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

poema da madrugada

a cara fala
         e cala
entre o que
não         há
e    o     que
não   existe
sem  haver
      - ser -
não       ter
      - só –


may pasquetti

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CAMPOS DOS GOYTACAZES

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meu coração marçal tupã sangra tupi e rock and roll meu sangue tupiniquim em corpo tupinambá samba jongo maculelê maracatu boi bumbá a veia de curumim é coca cola e guaraná