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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

JEFFERSON: VAMOS VOLTAR A SER REFERÊNCIA NACIONAL


O Diretor Geral do Câmpus Campos-Centro, Jefferson Azevedo, concede entrevista e diz que a gestão será dedicada também à sociedade, que financia o IFF.

Na tarde desta terça-feira, 10/01/2012, poucas horas antes de tomar posse para seu segundo mandato, o anterior foi de apenas um ano e oito meses, Jefferson Azevedo conversou com a reportagem da Folha da Manhã sobre os projetos da gestão para os primeiros momentos. Questões acadêmicas e relacionadas ao futuro do câmpus também foram tratadas. Abaixo um resumo da entrevista feito pela Comunicação Social do Câmpus.
Eleição – A nossa responsabilidade aumentou muito com a nossa eleição porque tivemos 79% dos votos, sendo que 72% dos alunos. Isso significa que mais de dois terços da nossa comunidade aprovou o modelo de gestão que nós implantamos, baseado no respeito, no diálogo e na ousadia. Nós entendemos que uma gestão só é bem sucedida quando a comunidade se percebe como autora do seu destino. Nesse sentido, nós dialogamos muito com nossos servidores, nossos alunos, respeitando muito a contribuição e reconhecendo a contribuição que cada um tem para construir um projeto educacional que de fato atenda às necessidades de nossos educandos.
Segunda gestão – Tenho certeza que vamos ampliar o diálogo com a comunidade e também para que a sociedade se aproprie dessa instituição. Nós não devemos fazer com que a sociedade seja um mero expectador dos destinos dessa instituição. O bom uso do recurso público financiado pela população, não só deve ser monitorado, como também devemos verificar se estão sendo aplicados naquilo que é realmente de interesse da sociedade. Portanto é fundamental que os atores sociais participem mais do cotidiano da nossa instituição. Isso é um esforço muito grande, mas tenho certeza que as portas de nossa instituição hoje são mais abertas e os canais de comunicação estão sendo fortalecidos.
Meta nesses primeiros momentos: a meta no segundo mandato será fazer com que também a sociedade da região se perceba como autora dos destinos dessa instituição. Para isso vamos ter de dialogar mais, e principalmente ouvir mais. O diálogo não é só da fala, mas principalmente da escuta.
Relação com os alunos – Eu vejo que a nossa gestão está muito no cotidiano dos estudantes. Não só pela votação, mas pelas manifestações que temos no dia a dia da nossa instituição. A gente percebe que os estudantes daqui têm a consciência de que essa gestão é parceira deles. A prioridade, como lema de nossa gestão é: “estudante, a prioridade é você”. Isso resume a política de nossa instituição. Estudante, a gente entende, não são só aqueles que estão matriculados, mas todas aqueles que podem potencialmente ser atendidos por uma atividade acadêmica nossa.
Cursos (Sobre o Bacharelado em Design) – Nessa instituição nós respeitamos a dinâmica dos nossos cursos.: estamos chamando os professores concursados e o próximo passo será fechar o projeto pedagógico do curso para que a gente possa iniciá-lo.
Nós estamos reformulando a oferta dos cursos superiores de tecnologia. Temos agora um pleito na área de engenharia elétrica, possivelmente um próximo curso que está por vir. Temos duas licenciaturas que estão postas, uma na área de literatura e outra na de educação física e há um pleito muito grande em outras áreas, em especial as engenharias. Vamos também, agora, repensar a oferta de cursos técnicos que hoje são estratégicos, não só para o governo federal mas também para nossa região. Vamos começar uma discussão no curso de Estradas. Na área de Mecânica, sabemos que há uma demanda grande na área de soldagem. É possível que a gente tenha uma especialização para aqueles alunos egressos do curso de Mecânica. Nas de estradas e edificações, também uma demanda em topografia. São cursos de especialização para os egressos de nossos cursos. Isso atinge não só os formandos, mas o contingente de alunos que foram formados nos últimos 10 anos e que, muitas vezes, com uma atualização dessas conseguem se inserir de forma mais qualificada no mercado de trabalho. Agora temos um reitor que nos apóia então tenho certeza que nos próximos quatro anos nos tornaremos novamente uma referência nacional.
Licenciaturas – Já temos grupos de trabalho construindo o projeto pedagógico e nós queremos vagas no vestibular de 2013 para um desses dois cursos (literatura e educação física). Vai depender da dinâmica institucional, de novas contratações. Nesse primeiro ano vamos poder definir ações de curto, médio e longo prazo.
Bloco G – Estamos construindo um prédio de oito andares com a duplicação da biblioteca, bandejão para nossos alunos, seis andares de salas de aula e laboratórios. A cobertura desse prédio terá o Espaço da Ciência, onde teremos ações na área de astronomia. Grupos de pesquisa, as licenciaturas, o Design passarão para lá. No primeiro andar teremos o no Centro de Arte e Cultura, que é retomar o projeto inicial do Bloco D: oficinas de arte no primeiro andar e um foyer, com o Auditório Cristina Bastos que vai ser um cine teatro aberto ao público externo onde poderemos trazer debates em áreas como o cinema. Vamos ter muitas ações.

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