segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

A Traição das Metaforas 5




A Traição das Met´foras 5

1.     na estrada estática federika cantarolava mamãe mamãe não chora a vida é assim mesmo eu fui embora seus olhos estavam cravados na imagem em frente macabea se masturbava com os cinco dedos da mão esquerda enterrados no anus e os outros da mão direita cravados na vagina enquanto gritava seu amado: federiko! nosso mestre sala dos mares oculto longe dali pensava li não em jorge amado mas na literatura clandestinna na bahia traição é um prato de angu que se come quente com pimenta coentro e fígado de porco e não será a benedita que me fará voltar ao morro da mangueira travestido com os parangolés do oiticica me chamo federico baudelaire e não prego prego sem estopa se uso óuclos de colher é que a vida não está sopa

artur gomes

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CAMPOS DOS GOYTACAZES

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meu coração marçal tupã sangra tupi e rock and roll meu sangue tupiniquim em corpo tupinambá samba jongo maculelê maracatu boi bumbá a veia de curumim é coca cola e guaraná