fulinaíma

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

T e c i d o





Asa de poema – anzol
para fisgar
na mesa uma linha

um fio grafado de corda
cortes-recortes
a tessitura do nó

e a lâmina de Urano
faz legenda de
papiro no etéreo: foz

move-se a areia na vertigem:
duna
dali se extrai o néctar
de pedra

pêndulo e farol
hipótese de concha
e tempo

Beatriz Helena Ramos Amaral

In Poesia do Brasil Vol. 15
Proyecto Cultural Sur Brasil – Editora Grafiti
Congresso Brasileiro de Poesia – bento Gonçalves-RS

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CAMPOS DOS GOYTACAZES

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